Carlinhos do PostoPSD
17,3% no 1º turno1 vereador eleito (1 da coligação). A campanha passou R$ 175 a candidatos a vereador, tudo em material.
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- Trombini PL · eleito(a)R$ 175
Como a cidade vota, de 2002 a 2026
No 2º turno de 2026, Martinópolis deu 62,5% dos votos válidos a Flavio Bolsonaro. Lula cresceu desde o 1º turno (+3,2 pontos). O estado deu 46,2% a Lula, e o Brasil, 51,8%. É a 225ª cidade do estado em eleitorado.
Desde 2002, Martinópolis deu a maioria ao PT em nenhum dos 7 segundos turnos para presidente.
Votou menos no PT que o Brasil em todas essas eleições.
A maior mudança foi em 2022: Lula teve 38,0%, 8,9 pontos a mais que Haddad em 2018.
De 2022 para 2026, Lula caiu 0,6 pontos na cidade (no estado, +1,4).
A idade mediana dos eleitores é de 48 anos (46 no estado e 45 no Brasil): metade tem menos que isso.
Escolaridade abaixo da média do estado: 27% não completaram o ensino fundamental (ou nunca estudaram), contra 22% no estado e 31% no Brasil.
O eleitorado é mais velho que a média do estado: 29% têm 60 anos ou mais, contra 25% no estado e 24% no Brasil.
As linhas mostram as formas do estado e do Brasil no tamanho do eleitorado daqui.
Só 14% dos eleitores informaram (16% no estado). A pergunta vale para quem tirou ou atualizou o título desde 2023, então quem respondeu não é uma amostra aleatória: tende a ser mais jovem e com cadastro recente. As parcelas descrevem esse grupo, não todo o eleitorado.
125 eleitores (0,7%) têm alguma deficiência registrada no cadastro eleitoral; 1,5% no estado e 1,2% no Brasil.
Fonte: TSE, perfil do eleitorado por seção (julho de 2026); eleitores aptos, não quem compareceu. Percentuais de escolaridade, raça e estado civil sem os “não informados”. A idade mediana é interpolada dentro da faixa etária. Toque na pirâmide para filtrar a escolaridade por gênero e idade; as marcas mostram o mesmo grupo no estado e no Brasil. Como calculamos.
Carregando os locais de votação…
Fonte: TSE, locais de votação de 2026, resultado por urna do 2º turno e perfil do eleitorado por seção (julho de 2026). O perfil é de quem está inscrito, não de quem foi votar; e cada um vota onde se inscreveu, não necessariamente perto de casa. Mapa: OpenFreeMap, OpenMapTiles, OpenStreetMap. Como calculamos.
Martinópolis tem 61 urnas em 13 locais de votação, cada uma com um perfil de eleitores inscritos. Comparando as urnas, dá para ver quais traços andam junto com o voto.
A maior diferença: nas urnas com mais eleitores com superior completo, Lula teve 27%; nas com menos, 45% (−18,4 pontos).
Juntos, os cinco traços acompanham 70% das diferenças de voto entre as urnas. O resto vem de outras coisas: bairro, renda, religião, história local.
Toque numa linha acima para trocar o traço. As faixas cinza são os 10% de urnas com menos e com mais eleitores com superior completo; o traço preto em cada faixa é o voto em Lula somado dessas urnas. A reta é o ajuste ponderado pelos votos; o leque, seu intervalo de 95%.
O voto é secreto, mas as urnas limitam as possibilidades: uma urna onde Lula teve 30 votos não pode ter 40 eleitores dele com diploma. Esses limites são certos. Dentro deles, um modelo estatístico dá uma estimativa, que só aparece quando é estreita o bastante para dizer algo.
Sem estimativa: no teste de validação, o método errou mais para este grupo do que supor que ele vota como a cidade inteira. Os números só garantem que de 0% a 96% desses eleitores inscritos (contando quem não votou) votaram em Lula.
Estimativa: Lula teve de 22% a 61% dos votos válidos de quem tem 60 anos ou mais; no resto do eleitorado, cerca de 36%.
A mesma estimativa, contando também quem se absteve, anulou ou votou em branco, ao lado dos limites que a aritmética garante.
No Brasil (estimativa, somando os estados): Lula teve de 38% a 55% dos votos válidos de quem tem 60 anos ou mais; no resto, cerca de 53%.
Isso compara urnas, não pessoas: urnas com mais eleitores de um grupo votarem mais em Lula não quer dizer que cada eleitor desse grupo votou assim. O perfil é o dos inscritos (julho de 2026), não o de quem foi votar. Fonte: TSE. Como calculamos.
Para deputado federal, a direita e a centro-direita subiram de 40% dos votos em 2002 para 83% em 2026; a esquerda e a centro-esquerda, de 22% para 16%.
No 1º turno para presidente, a esquerda somou mais votos que a direita em 1 das 7 eleições.
Na Câmara Municipal, em 2024, 92% dos votos foram para partidos de direita e centro-direita, 8% para os de esquerda e centro-esquerda.
Cada bloco tem 20 quadrados, um para cada 5% dos votos válidos na cidade, pintados pelo partido de quem os recebeu. Deputados e vereadores: votos por partido (no candidato ou na legenda). Passe o mouse ou toque num bloco para ver cada candidato ou partido e seus votos (✓ eleito). A posição de cada partido muda de eleição para eleição e vem de pesquisas com cientistas políticos: como classificamos os partidos. Fonte: TSE.
Duas vagas: cada eleitor votou em dois candidatos.
Duas vagas: cada eleitor votou em dois candidatos.
Duas vagas: cada eleitor votou em dois candidatos.
Duas vagas: cada eleitor votou em dois candidatos.
eleito no estado ou no país. Porcentagem dos votos válidos na cidade. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Em 2022/24, Martinópolis votou mais à direita que o Brasil nos dois tipos de cargo.
Martinópolis vota mais à direita para prefeito e vereador do que para cargos nacionais desde 2018/20.
No voto para cargos nacionais, foi de +0,11 (centro-direita) em 2002 para +0,40 (direita) em 2026.
Cada quadrado é um ciclo: eleição geral (eixo horizontal) e municipal dois anos depois (eixo vertical). As áreas claras são as faixas de 90%; as linhas tracejadas, o estado e o Brasil. É a inclinação do voto pelos partidos, pela posição de cada partido em pesquisas com cientistas políticos. Como calculamos.
Desde 2004, Martinópolis elegeu 5 prefeitos diferentes, de 4 partidos.
O PSDB venceu 2 das 6 eleições (2004, 2008).
A disputa mais apertada foi a de 2020: 642 votos de diferença.
Faixa: o partido de quem venceu. Quadrados: a parte do vencedor e do segundo colocado nos votos válidos do turno que decidiu, um quadrado para cada 5%. Como classificamos os partidos. Fonte: TSE.
Martinópolis elegeu 11 vereadores em 2024 (eram 9 em 2004). A maior bancada é a do UNIÃO, com 4. Xande da Saude (UNIÃO) teve a maior votação, 661 votos.
Um quadrado por vereador eleito, da esquerda à direita. Passe o mouse num quadrado para ver o vereador, e no ano para ver os partidos. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Como classificamos os partidos. Fonte: TSE.
Campanhas a prefeito costumam pagar santinhos, adesivos e às vezes dinheiro a candidatos a vereador aliados. A prestação de contas mostra quem recebeu de quem e, com isso, a que campanha cada vereador de Martinópolis se juntou.
Em 2024, 2 dos 11 vereadores eleitos declararam dinheiro ou material de campanha de uma candidatura a prefeito: 1 da campanha de Carlinhos do Posto (PSD) e 1 de Soró (REPUBLICANOS).
1 vereador eleito (1 da coligação). A campanha passou R$ 175 a candidatos a vereador, tudo em material.
1 vereador eleito (1 do partido). A campanha passou R$ 500 a candidatos a vereador, tudo em material.
Cada grupo é uma candidatura a prefeito; cada quadrado, um partido da sua coligação. Quem venceu vem primeiro, com ✓. Quem venceu em 2024 juntou 0 partidos; em 2004, 4.
Conta como apoio o dinheiro ou material que a campanha a prefeito (titular ou vice) declarou ter passado ao vereador; quando mais de uma campanha ajudou, conta a que deu mais. Nos cartões, cada quadrado é um vereador eleito, na cor do seu partido; com um furo, de partido fora da coligação. Um apoio de campanha não diz nada sobre ideologia: é uma aliança naquela eleição. Como medimos · O Brasil inteiro. Fonte: TSE, prestação de contas e coligações.
Martinópolis, 2024: mulheres são 0% dos vereadores eleitos, 36% das candidaturas e 52% do eleitorado.
Dos 52 pontos que separam o eleitorado dos eleitos, 16 se perdem antes da urna (há menos mulheres entre as candidaturas) e 36 na urna.
Se as vagas que cada partido ganhou fossem sorteadas entre os seus próprios candidatos, seriam eleitas cerca de 4 mulheres (de 1 a 6 em 90% dos sorteios); foram 0. Menos do que o acaso explica.
contorno: vagas que o acaso daria a mulheres e foram para outras pessoas. ponto: mulheres eleitas além do que o acaso daria.
Contagem completa, não amostra: cada candidatura registrada no TSE. Como calculamos e o que o acaso quer dizer.
Martinópolis, 2024: os eleitos fizeram, na mediana, 269 votos por R$ 1.000 gastos; quem estava na urna, 67.
Cada candidatura, de todas as eleições, no índice de votos por real. Como calculamos.
Quanto as campanhas para prefeito e vereador declararam ao TSE, de onde veio e para onde foi, eleição a eleição desde 2004. Toque numa parte para abrir.
Mediana da disputa: R$ 28,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 57,1; o mais barato, R$ 19,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Gasto declarado, em reais de hoje. A cor é o lugar do partido, da esquerda à direita.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. Repasses entre candidaturas aparecem como receita de uma e gasto de outra. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Entre as 20 cidades do país mais parecidas com Martinópolis em eleitorado, renda por habitante e alfabetização, Lula venceu em 5. Martinópolis deu a Lula 6,4 pontos a menos que a mediana delas (44%).
Da cidade que mais votou em Lula à que menos votou; o quadrado contornado é Martinópolis. Mais escuro, vitória mais larga.
Martinópolis: 24.881 habitantes, 18.046 eleitores, PIB por habitante de R$ 30.342 (IBGE, 2021), 94,09% de alfabetização (Censo 2022). Que Brasil votou em quem?
Flavio Bolsonaro venceu: Lula teve 37,5% dos votos válidos (5.261 votos) e Flavio Bolsonaro, 62,5% (8.781 votos).
No 1º turno, Lula teve 4.223 votos e Flavio Bolsonaro, 8.092; os demais candidatos somaram 860.
No 2º turno de 2022, Lula teve 38,0% contra Jair Bolsonaro. Em 2026, 37,5%: −0,6 pontos.
2002: Serra (Lula 41,2%, Serra 58,8%); 2006: Alckmin (Lula 42,0%, Alckmin 58,0%); 2010: Serra (Dilma 33,2%, Serra 66,8%); 2014: Aécio (Dilma 29,7%, Aécio 70,3%); 2018: Bolsonaro (Haddad 29,2%, Bolsonaro 70,8%); 2022: Bolsonaro (Lula 38,0%, Bolsonaro 62,0%); 2026: Flavio (Lula 37,5%, Flavio 62,5%).
Beto Leite (UNIÃO), com 48,3% dos votos válidos no 1º turno.
Martinópolis elegeu 11 vereadores em 2024. A maior bancada é a do UNIÃO, com 4.
3.369 dos 18.046 eleitores não votaram no 2º turno: 18,7% de abstenção (no 1º turno, 23,4%).