Apuração
Deputado federal · 2022 · PT

Alexandre Padilha

Alexandre Rocha Santos Padilha · nasceu em 1971

Alexandre Padilha se candidatou em 3 eleições, de 2014 a 2022, e foi eleito em 2.

01

Esquerda, nas duas medidas

As medidas vão de −0,79 a −0,43 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 32% das votações, e com a maioria do próprio partido em 99%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoCâmara 2019–2023−0,79Pelo partidoPT−0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2014PT2018PT2022PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2018 e 2022.

Sempre pelo PT.

GovernadorDep. federalPartidoPT20142016201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2022, eleito.

Declarou ao TSE em 2022: 51 anos, superior completo, deputado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado federal · São Paulo
    PT 1354· esquerda
    eleito140.037 votos; 41º mais votado de 1.429 no estado
  2. 2018
    Deputado federal · São Paulo
    PT 1354· esquerda
    eleito87.576 votos; 50º mais votado de 1.483 no estado
  3. 2014
    Governador · São Paulo
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Padilha
    não eleito3.888.584 votos, 18,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2022, Alexandre Padilha teve 140.037 votos para deputado federal, 0,6% dos votos válidos do estado: 41º lugar entre 1.429 candidatos.

Recebeu votos em 616 cidades. São Paulo deu 28,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 55,3%.

140.037 votos
votos para deputado federal em 2022
Cada quadrado é 1% de 140.037 votos.
  1. São Paulo (SP)40.032 votos28,6%
  2. Osasco (SP)5.449 votos3,9%
  3. Mauá (SP)4.428 votos3,2%
  4. Araraquara (SP)4.381 votos3,1%
  5. Carapicuíba (SP)3.988 votos2,8%
  6. Outras 601 cidades62.661 votos44,7%
As outras 1 eleições para deputado
87.576 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 87.576 votos.
  1. São Paulo (SP)38.395 votos43,8%
  2. Mauá (SP)2.628 votos3%
  3. Carapicuíba (SP)2.325 votos2,7%
  4. Santo André (SP)1.977 votos2,3%
  5. Araraquara (SP)1.699 votos1,9%
  6. Outras 564 cidades30.162 votos34,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Alexandre Padilha declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2014 e 2018, o total subiu R$ 67 mil acima da inflação.

Em 2022, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,1 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 720.000 na declaração)

Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.

  • Alexandre PadilhaR$ 1,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Alexandre Padilha declarou ao TSE R$ 47,8 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para governador: R$ 43,6 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mi.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado federal · São Paulo · PT · eleito

De onde veio

R$ 2,6 mi
83% veio de fundos públicos; 48 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2,6 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas48 pessoas, não nomeadasR$ 450,3 mil17,1%
  2. Outros candidatosR$ 12 mil0,5%
  3. VaquinhaR$ 8.0790,3%

Para onde foi

R$ 2,6 mi
O maior gasto foi com repasses: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2,6 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 68,8 mil2,6%
  2. PessoalR$ 29,1 mil1,1%
  3. EscritórioR$ 20,8 mil0,8%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2022

Mediana da disputa: R$ 31,9 por voto. Quem venceu, Guilherme Boulos, gastou R$ 3,39 por voto. O voto mais caro custou R$ 513; o mais barato, R$ 3,39.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2022, deputado federal: 140 votos por R$ 1.000, 6,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 54 votos por R$ 1.000, 75% da mediana da disputa.
  • 2014, governador: 42 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.