Apuração
Dinheiro de campanha · Ranking · 2002–2026

Quem mais gastou

O ranking das campanhas que mais gastaram em cada eleição desde 2002, para cada cargo, estado e partido. Comece pelo total, desça até cada candidatura. Valores em reais de setembro de 2026.

R$ 4 bi

gastos por 15.167 candidaturas a prefeito em 2024, em reais de hoje. As 10 que mais gastaram ficaram com 8% do total.

as 10 que mais gastaram todas as outrasCada quadrado, 1% do total.

O ranking

O gasto declarado pela própria campanha, em reais de hoje. Toque num nome para ver de onde veio e para onde foi o dinheiro.

Brasil · prefeito · 2024

  1. 1
    R$ 92,7 mi
  2. 2
    R$ 56,9 mi
  3. 3
    R$ 27 mi
  4. 4
    R$ 26,9 mi
  5. 5
    R$ 23,9 mi
  6. 6
    R$ 23,3 mi
  7. 7
    R$ 21,7 mi
  8. 8
    R$ 19,7 mi
  9. 9
    R$ 19,5 mi
  10. 10
    R$ 19,4 mi
  11. 11
    R$ 19 mi
  12. 12
    R$ 16,2 mi
  13. 13
    R$ 15,1 mi
  14. 14
    R$ 14,6 mi
  15. 15
    R$ 13,8 mi
  16. 16
    R$ 13,7 mi
  17. 17
    R$ 13,3 mi
  18. 18
    R$ 13,3 mi
  19. 19
    R$ 12 mi
  20. 20
    R$ 11,8 mi

Cada quadrado = R$ 5 mi.A cor é o lugar do partido, da esquerda à direita.✓ se elegeu.

Como lemos as contas.

E todas as outras candidaturas

Cada coluna junta as candidaturas com valores parecidos. Em preto, a faixa das dez primeiras do ranking: poucas campanhas muito acima de quase todas.

mediana: R$ 118 mil
R$ 10R$ 100R$ 1 milR$ 10 milR$ 100 milR$ 1 miR$ 10 mi

a faixa das 10 primeiras do ranking todas as outrasCada quadrado = 500 candidaturas; cada marca do eixo vale dez vezes a anterior.

A escala cresce de dez em dez vezes. Toque numa coluna para ver quantas candidaturas ela tem. Como lemos as contas.

Estado a estado

O total de cada estado: quanto mais forte o tom, mais dinheiro. Toque num estado para ver o ranking dele.

menos dinheiromais

Como lemos as contas.

Partido a partido

Toque num partido para ver as candidaturas dele no ranking.

Gasto somado das candidaturas de cada partido, e quantas são. Cada quadrado = R$ 50 mi. Toque num partido para ver o ranking dele.

Como lemos as contas.

Como ler este ranking

O que conta e o que não conta
  • A fonte. As prestações de contas que cada candidatura entregou ao TSE. Quem não prestou contas não entra no ranking; campanhas com contas faltando parecem mais baratas do que foram.
  • Reais de hoje. Todos os valores corrigidos pelo IPCA até setembro de 2026, para que um real de 2004 valha o mesmo que um de 2024.
  • Gasto é o que a campanha gastou com ela mesma. O dinheiro que repassou a outros candidatos ou ao partido fica de fora: conta onde foi gasto.
  • Arrecadação é tudo o que a campanha declarou ter recebido, inclusive de outros candidatos e do próprio bolso. Por isso a soma das arrecadações conta duas vezes o dinheiro que passou de uma campanha para outra.
  • Custo por voto só para quem gastou ao menos R$ 5.000 e teve ao menos 100 votos: abaixo disso a conta diz mais sobre o arredondamento do que sobre a campanha. Votos nominais no 1º turno. É uma razão, não eficiência: quem já tem o cargo ou é famoso faz votos sem gastar.
  • O 2º turno. Onde houve, o gasto e a arrecadação incluem os dois turnos; os votos são os do 1º.
  • Deputados distritais do DF estão junto com os estaduais.
  • 2002 a 2012: os arquivos do TSE dessas eleições são menos completos e trazem menos detalhe.
  • 2026: as contas ainda estão chegando ao TSE; os números são parciais e vão mudar. Por isso 2026 fica fora de "Todas".
  • Nomes como na urna. Pessoas que doaram ou receberam dinheiro nunca aparecem pelo nome, só candidaturas, partidos e empresas.

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