Nelson Bugalho
Nelson Roberto Bugalho · nasceu em 1963
Nelson Bugalho se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2010), PV (2014), PTB (2016), PSDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 57 anos, superior completo, prefeito, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2014Deputado federal · São PauloPV 4388· centrosuplente49.910 votos; 102º mais votado de 1.318 no estado
- 2010Deputado federal · São PauloPSDB 4588· centro-direitasuplente35.581 votos; 132º mais votado de 1.030 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Nelson Bugalho teve 49.910 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 102º lugar entre 1.318 candidatos.
Recebeu votos em 278 cidades. Presidente Prudente deu 38,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,2%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Nelson Bugalho declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2010 e 2020, o total caiu R$ 587,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Nelson BugalhoR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 16 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Uma casa residencial situada a rua dos faisoesR$ 456,4 milCasa
- Credito ref. entrega de terrenoR$ 222,7 milOutros bens e direitos
- Veiculo toyota hiluxR$ 215,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco do brasil S/AR$ 103,4 milConta corrente no país
- 1/3 Do apartamento 64-AR$ 92,6 milApartamento
- 1/3 Do lote 3 da quadra jR$ 89,4 milTerreno
- Banco do brasilR$ 84,9 milConta corrente no país
- Veiculo honda civic ano 2013R$ 79,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Brasil prev (da filha sofia ribeiro bugalho)R$ 34,6 milOutros bens e direitos
- Banco bradesco uniprimeR$ 23,2 milConta corrente no país
- 1/3 De uma area de terras com 8R$ 15,6 milTerreno rural
- Consorcio banco santander brasil administradora de…R$ 8.362Consórcio não contemplado
- Direito s/ linha telefonica 221-6462R$ 2.726Linha telefônica
- Quota capital na cooperativa de credito rural do vale do…R$ 2.268Quotas ou quinhões de capital
- Banco bradesco primeR$ 1.299Conta corrente no país
- Banco santanderR$ 103Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Nelson Bugalho declarou ao TSE R$ 4,2 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 1,7 milhão.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Presidente Prudente (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas104 pessoas, não nomeadasR$ 376,3 mil42,2%
- Próprio bolsoR$ 20,5 mil2,3%
Para onde foi
- Pessoal144 pessoas, não nomeadasR$ 256,6 mil26,7%
- TransporteR$ 24,3 mil2,5%
- InternetR$ 13,2 mil1,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Presidente Prudente (SP), 2020
Nelson Bugalho: R$ 105 por voto (mediana da disputa, R$ 29,6). Quem venceu, Ed Thomas, gastou R$ 16,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 536; o mais barato, R$ 6,65.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Nelson Bugalho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- José Lemes PDTR$ 751 mil · 1.400 votosR$ 536
- João Figueira PRTBR$ 247 mil · 858 votosR$ 288
- Nelson Bugalho PSDBR$ 963 mil · 9.142 votosR$ 105
- Paulo Lima PSDR$ 929 mil · 12.545 votosR$ 74
- Juliano Borges PODER$ 94 mil · 2.770 votosR$ 34
- Luís Valente PTR$ 125 mil · 3.984 votosR$ 31,5
- Marcos Lucas AVANTER$ 128 mil · 4.322 votosR$ 29,6
- Guilherme Piai PSLR$ 254 mil · 10.283 votosR$ 24,7
- Fabio Sato MDBR$ 376 mil · 17.241 votosR$ 21,8
- Ed Thomas PSBR$ 612 mil · 37.304 votosR$ 16,4
- Engenheiro Laercio DEMR$ 72 mil · 5.163 votosR$ 13,9
- Major Glauco AGIRR$ 24 mil · 3.666 votosR$ 6,65
Votos por real
- 2020, prefeito: 9,5 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 42 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 30 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 45 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.