Apuração
Vereador · 2008 · DEM

Carlos Apolinario

Carlos Alberto Eugenio Apolinario · nasceu em 1952

Carlos Apolinario se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,15← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2006PDT2008DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 3 partidos: PGT (2002), PDT (2004–2006), DEM (2008).

GovernadorVereadorPartidoPGTPDTDEM2002200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 56 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · São Paulo (SP)
    DEM 25012· direita
    eleito25.609 votos
  2. 2006
    Governador · São Paulo
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito430.847 votos, 2,0%
  3. 2004
    Vereador · São Paulo (SP)
    PDT 12012· centro-esquerda· na urna, Carlos Apolinário
    eleito44.526 votos
  4. 2002
    Governador · São Paulo
    PGT 30· sem classificação
    não eleito703.858 votos, 3,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Carlos Apolinario declarou R$ 4,1 mi em bens, em reais de hoje: 85 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 4,9 mi, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 250 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 4,1 mi
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.526.007 na declaração)

Declarou 85 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.

  • Carlos ApolinarioR$ 4,1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil

Cada quadrado, R$ 200 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 4,1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
  1. Predio comercial santanaR$ 2,2 mi
    Imóveis
  2. Imovel - predio e terreno - rua dr. zuquim sao paulo - SPR$ 553,2 mil
    Imóveis
  3. Imovel - predio e terreno r. alferes magalhaes - são paulo…R$ 542,7 mil
    Imóveis
  4. Apartamento av. voluntarios da pátriaR$ 404,5 mil
    Imóveis
  5. Apartamento r. guilherme cristoffelR$ 283,1 mil
    Imóveis
  6. Apartamento tipo aR$ 156,4 mil
    Imóveis
  7. Capital social radio vidaR$ 15,9 mil
    Empresas e participações
  8. Capital social rede gospelR$ 1.801
    Empresas e participações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Carlos Apolinario declarou ao TSE R$ 4,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para governador: R$ 1,4 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · São Paulo (SP) · DEM · eleito

De onde veio

R$ 1,2 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi.
  1. Próprio bolsoR$ 547,2 mil46,4%
  2. EmpresasTudo de Associacao Imobiliaria Brasileira AibR$ 535,5 mil45,4%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 97 mil8,2%

Para onde foi

R$ 1,2 mi
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal95 pessoas, não nomeadasR$ 242,6 mil20,7%
  2. TransporteR$ 98,3 mil8,4%
  3. ServiçosR$ 84,3 mil7,2%
  4. InternetR$ 6000,1%

Quanto custou cada voto: vereador, São Paulo (SP), 2008

Mediana da disputa: R$ 64,4 por voto. Quem venceu, Goulart, gastou R$ 29,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 187; o mais barato, R$ 29,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Robson Tuma PTBR$ 4,8 milhões · 25.699 votosR$ 187
  • Vilson PTR$ 3,1 milhões · 17.935 votosR$ 174
  • Prof. Adalberto - Tim Maia PTR$ 2,4 milhões · 18.331 votosR$ 129
  • Antonio Carlos Rodrigues PLR$ 4,7 milhões · 43.601 votosR$ 108
  • Jamil Murad PC do BR$ 2,5 milhões · 28.145 votosR$ 89,9
  • Eliseu Gabriel PSBR$ 2,8 milhões · 31.602 votosR$ 87,7
  • Alfredinho PTR$ 2,2 milhões · 33.417 votosR$ 64,4
  • Milton Leite DEMR$ 4,5 milhões · 80.051 votosR$ 56,8
  • Vereador Netinho PSDBR$ 2,7 milhões · 54.726 votosR$ 48,6
  • Arselino Tatto PTR$ 2,5 milhões · 59.292 votosR$ 42,9
  • Mara Gabrilli PSDBR$ 2,4 milhões · 79.912 votosR$ 29,5
  • Goulart MDBR$ 2,6 milhões · 90.054 votosR$ 29,4

Votos por real

  • 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
  • 2006, governador: 316 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 94 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2002, governador: 507 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.