Apuração
Vereador · 2004 · PTB

Alfredo Penha

Alfredo José Penha · nasceu em 1963

Alfredo Penha se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2004PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PTB.

Dep. estadualVereadorPartidoPTB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 40 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    PTB 14025· centro-direita
    eleito2.253 votos
  2. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PTB 14025· centro-direita
    suplente38.231 votos; 130º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Alfredo Penha teve 38.231 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 130º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 172 cidades. Presidente Prudente deu 55,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,7%.

38.231 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 38.231 votos.
  1. Presidente Prudente (SP)21.352 votos55,8%
  2. Presidente Epitácio (SP)1.737 votos4,5%
  3. Álvares Machado (SP)1.218 votos3,2%
  4. Martinópolis (SP)899 votos2,4%
  5. Teodoro Sampaio (SP)828 votos2,2%
  6. Outras 157 cidades6.235 votos16,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Alfredo Penha declarou ao TSE R$ 165 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 148 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Presidente Prudente (SP) · PTB · eleito

De onde veio

R$ 17,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,1 mil.
  1. Outros candidatosTudo de Agripino De Oliveira Lima FilhoR$ 10,9 mil63,8%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 6.19036,2%

Para onde foi

R$ 17,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 160,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Presidente Prudente (SP), 2004

Mediana da disputa: R$ 16,1 por voto. Quem venceu, Ed Thomaz, gastou R$ 6,04 por voto. O voto mais caro custou R$ 27,7; o mais barato, R$ 6,04.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 258 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.