Apuração
Prefeito · 2012 · PDT

Claudio

Claudio Antonio Di Mauro · nasceu em 1948

Claudio se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PV2012PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2012 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

Passou por 2 partidos: PV (2006), PDT (2012).

GovernadorPrefeitoPartidoPVPDT2006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2012: 64 anos, superior completo, professor de ensino superior. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Prefeito · Rio Claro (SP)
    PDT 12· centro-esquerda
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2006
    Governador · São Paulo
    PV 43· centro-esquerda· na urna, Cláudio de Mauro
    não eleito186.097 votos, 0,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Claudio declarou R$ 360,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 62,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 360,9 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 164.687 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2012.

  • ClaudioR$ 360,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 473,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 590,4 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 360,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Imovel residencial urbanoR$ 174,4 mil
    Casa
  2. Centra 2.0 ano 2010R$ 120,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Renault logan ano 2010R$ 61,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Poupança banco santanderR$ 4.560
    Caderneta de poupança
  5. Poupança banco santanderR$ 13
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Claudio declarou ao TSE R$ 662 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Governador · São Paulo · PV · não eleito

De onde veio

R$ 662,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 65 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 662,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas13 pessoas, não nomeadasR$ 137,3 mil20,7%
  2. EmpresasR$ 19,9 mil3%
  3. Próprio bolsoR$ 1.2310,2%
  4. Outros candidatosR$ 4450,1%

Para onde foi

R$ 662,4 mil
O maior gasto foi com escritório: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 662,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 94,2 mil14,2%
  2. EventosR$ 23,5 mil3,5%
  3. TransporteR$ 18,8 mil2,8%
  4. InternetR$ 9.1831,4%

Quanto custou cada voto: governador, São Paulo, 2006

Cláudio De Mauro: R$ 3,56 por voto (mediana da disputa, R$ 3,16). Quem venceu, Serra, gastou R$ 6,21 por voto. O voto mais caro custou R$ 19,1; o mais barato, R$ 0,38.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cláudio De Mauro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, governador: 281 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.