Apuração
Deputado estadual · 2006 · PL

Edivan - Médico Veterinário

Edivan Maciel de Azevedo · nasceu em 1964

Edivan - Médico Veterinário se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002CIDADANIA2006PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2002), PL (2006).

Dep. federalDep. estadualPartidoCIDADANIAPL200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 41 anos, superior completo, veterinário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Acre
    PL 22222· direita
    suplente1.982 votos; 53º mais votado de 296 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Acre
    CIDADANIA 2369· centro· na urna, Edivan - Méd. Veterinário
    suplente5.771 votos; 14º mais votado de 66 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Edivan - Médico Veterinário teve 1.982 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 53º lugar entre 296 candidatos.

Recebeu votos em 20 cidades. Rio Branco deu 52,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,5%.

1.982 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.982 votos.
  1. Rio Branco (AC)1.033 votos52,1%
  2. Senador Guiomard (AC)264 votos13,3%
  3. Capixaba (AC)112 votos5,7%
  4. Sena Madureira (AC)112 votos5,7%
  5. Xapuri (AC)105 votos5,3%
  6. Outras 5 cidades9 votos0,5%
As outras 1 eleições para deputado
5.771 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.771 votos.
  1. Rio Branco (AC)2.109 votos36,5%
  2. Senador Guiomard (AC)1.379 votos23,9%
  3. Cruzeiro do Sul (AC)377 votos6,5%
  4. Manoel Urbano (AC)284 votos4,9%
  5. Tarauacá (AC)211 votos3,7%
  6. Outras 7 cidades170 votos2,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Edivan - Médico Veterinário declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 19 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre.

R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 584.000 na declaração)

Declarou 19 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Acre em 2006.

  • Edivan - Médico VeterinárioR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 89,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 916,4 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Um Terreno urbano medindo 2.014 m2R$ 894,7 mil
    Imóveis
  2. 1/3 de uma casa em alvenariaR$ 387,7 mil
    Imóveis
  3. Uma Camioneta Marca: MitsubishiR$ 208,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. 250 ovelhas da raça Santa InêsR$ 149,1 mil
    Outros
  5. 250 caprinos sem raça definidaR$ 74,6 mil
    Bens rurais e animais
  6. Uma moto HondaR$ 26,8 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Edivan - Médico Veterinário declarou ao TSE R$ 489 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 419 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Acre · PL · suplente

De onde veio

R$ 418,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 418,8 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 397,7 mil95%
  2. PartidoR$ 11,5 mil2,8%
  3. PessoasR$ 8.8992,1%
  4. Outros candidatosR$ 6820,2%

Para onde foi

R$ 415,5 mil
O maior gasto foi com serviços: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 415,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços138 pessoas, não nomeadasR$ 244 mil58,7%
  2. OutrosR$ 12,8 mil3,1%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 8900,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2006

Edivan - Médico Veterinário: R$ 210 por voto (mediana da disputa, R$ 64,7). Quem venceu, Moisés Diniz, gastou R$ 33,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 210; o mais barato, R$ 33,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Edivan - Médico Veterinário. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 4,8 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 83 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.