Apuração
Deputado estadual · 2006 · PT

Cartaxo

Francisco Rildo Cartaxo Nobre · nasceu em 1962

Cartaxo disputou uma eleição, em 2006, para deputado estadual (Acre), pelo PT: eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 44 anos, superior completo, agrônomo. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Acre
    PT 13131· centro-esquerda
    eleito4.503 votos; 12º mais votado de 296 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Cartaxo teve 4.503 votos para deputado estadual, 1,4% dos votos válidos do estado: 12º lugar entre 296 candidatos.

Recebeu votos em 22 cidades. Rio Branco deu 60,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.

4.503 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.503 votos.
  1. Rio Branco (AC)2.711 votos60,2%
  2. Plácido de Castro (AC)596 votos13,2%
  3. Senador Guiomard (AC)311 votos6,9%
  4. Porto Acre (AC)162 votos3,6%
  5. Acrelândia (AC)133 votos3%
  6. Outras 7 cidades38 votos0,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Cartaxo declarou R$ 135,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre.

R$ 135,9 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 45.576 na declaração)

Declarou 1,5 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Acre em 2006.

  • CartaxoR$ 135,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 89,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 916,4 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 135,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Cartaxo declarou ao TSE R$ 462 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputado estadual · Acre · PT · eleito

De onde veio

R$ 461,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 47 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 461,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas47 pessoas, não nomeadasR$ 142,2 mil30,8%
  2. Próprio bolsoR$ 23,7 mil5,1%

Para onde foi

R$ 461,7 mil
O maior gasto foi com outros: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 461,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EventosR$ 11,2 mil2,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2006

Cartaxo: R$ 103 por voto (mediana da disputa, R$ 64,7). Quem venceu, Moisés Diniz, gastou R$ 33,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 210; o mais barato, R$ 33,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Cartaxo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 9,8 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.