Mêrla
Hammerly da Silva Albuquerque · nasceu em 1976
Mêrla se candidatou em 7 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2002–2016), PSOL (2018), PT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 48 anos, superior completo, empresário, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2018
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · AcrePT 13123· centro-esquerdasuplente2.442 votos; 43º mais votado de 330 no estado
- 2006Deputado estadual · AcrePT 13000· centro-esquerdasuplente2.988 votos; 26º mais votado de 296 no estado
- 2002Deputado federal · AcrePT 1312· centro-esquerda· na urna, Merlasuplente5.644 votos; 15º mais votado de 66 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Mêrla teve 1.498 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 36º lugar entre 81 candidatos.
Recebeu votos em 14 cidades. Feijó deu 68,8% deles.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Mêrla declarou R$ 258,7 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 129 mil, já descontada a inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal no Acre em 2018.
- MêrlaR$ 258,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 76,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Mêrla declarou ao TSE R$ 802 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 287 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Feijó (AC) · PT · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 10,4 mil67,7%
- PessoasR$ 3.82825%
- Próprio bolsoR$ 1.1087,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.98260,2%
- Material impressoR$ 1.31239,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Feijó (AC), 2024
Mediana da disputa: R$ 100 por voto. Quem venceu, Nego Da Obra, gastou R$ 41,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.857; o mais barato, R$ 41,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sueli Coração PPR$ 26 mil · 14 votosR$ 1.857
- Professora Francisca PPR$ 26 mil · 15 votosR$ 1.733
- Thauany Souza PPR$ 26 mil · 16 votosR$ 1.625
- Milene Santos PPR$ 26 mil · 25 votosR$ 1.040
- Elismara Almeida PPR$ 26 mil · 116 votosR$ 224
- Francisca Ferreira UNIÃOR$ 25 mil · 174 votosR$ 144
- Charles Guimarães PPR$ 24 mil · 237 votosR$ 100
- Raimundinho Pinheiro PPR$ 24 mil · 263 votosR$ 90,5
- Arnaldo Carolino PPR$ 24 mil · 284 votosR$ 83,8
- Professora Vanda Aguiar UNIÃOR$ 25 mil · 317 votosR$ 79,8
- Ze Maria PPR$ 24 mil · 516 votosR$ 46,1
- Nego Da Obra PPR$ 24 mil · 577 votosR$ 41,3
Votos por real
- 2024, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 18 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 62 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 752 votos por R$ 1.000, 9,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.