Apuração
Deputado estadual · 2010 · PSB

Delorgem Campos

Antonio Delorgem Neris Campos · nasceu em 1953

Delorgem Campos se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em 2.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PSB2006PSB2010PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002 e 2006.

Sempre pelo PSB.

Dep. estadualPartidoPSB20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 56 anos, ensino médio, deputado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Acre
    PSB 40500· centro-esquerda
    suplente2.998 votos; 31º mais votado de 330 no estado
  2. 2006
    Deputado estadual · Acre
    PSB 40500· centro-esquerda· na urna, Delorgem
    eleito4.024 votos; 15º mais votado de 296 no estado
  3. 2002
    Deputado estadual · Acre
    PSB 40500· centro-esquerda· na urna, Delorgem
    eleito1.642 votos; 45º mais votado de 329 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Delorgem Campos teve 2.998 votos para deputado estadual, 0,9% dos votos válidos do estado: 31º lugar entre 330 candidatos.

Recebeu votos em 15 cidades. Brasiléia deu 28,3% deles.

2.998 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.998 votos.
  1. Brasiléia (AC)848 votos28,3%
  2. Rio Branco (AC)694 votos23,1%
  3. Epitaciolândia (AC)653 votos21,8%
  4. Capixaba (AC)142 votos4,7%
  5. Plácido de Castro (AC)134 votos4,5%
  6. Tarauacá (AC)1 voto< 0,1%
As outras 2 eleições para deputado
4.024 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.024 votos.
  1. Brasiléia (AC)1.484 votos36,9%
  2. Rio Branco (AC)819 votos20,4%
  3. Epitaciolândia (AC)789 votos19,6%
  4. Assis Brasil (AC)189 votos4,7%
  5. Xapuri (AC)159 votos4%
  6. Outras 5 cidades8 votos0,2%
1.642 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.642 votos.
  1. Brasiléia (AC)1.131 votos68,9%
  2. Epitaciolândia (AC)209 votos12,7%
  3. Rio Branco (AC)171 votos10,4%
  4. Assis Brasil (AC)69 votos4,2%
  5. Xapuri (AC)42 votos2,6%
  6. Feijó (AC)1 voto0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Delorgem Campos declarou R$ 2,3 mi em bens, em reais de hoje: 37 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 886,2 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,3 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 934.000 na declaração)

Declarou 37 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Acre em 2010.

  • Delorgem CamposR$ 2,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 61,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 791,1 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 12 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Casa no municipio de rio brancoR$ 494,5 mil
    Casa
  2. Terreno com construção em adamento no municipio de brasiléiaR$ 420,4 mil
    Outros bens imóveis
  3. Casa no municipio de brasileiaR$ 370,9 mil
    Casa
  4. Ponto comercial no municipio de brasiléiaR$ 296,7 mil
    Casa
  5. Toyota hyluxR$ 197,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Terreno no municipio de brasiléiaR$ 123,6 mil
    Terreno
  7. Terreno no municipio de brasiléiaR$ 111,3 mil
    Terreno
  8. Sitio no ramal esperança no municipio de brasiléiaR$ 98,9 mil
    Outros bens imóveis rural
  9. Terreno no municipio de brasiléiaR$ 74,2 mil
    Outros bens imóveis
  10. Terreno no municipio de brasiléiaR$ 49,5 mil
    Outros bens imóveis
  11. Chevrolet corsa sedan classicR$ 42 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  12. Terreno no municipio de cascavel cearáR$ 29,7 mil
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Delorgem Campos declarou ao TSE R$ 347 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 181 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Acre · PSB · suplente

De onde veio

R$ 181,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 181,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 120,1 mil66,3%
  2. EmpresasTudo de Recol Distribuidora LtdaR$ 12,2 mil6,7%

Para onde foi

R$ 181,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 181,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 4.8872,7%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 1.7100,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2010

Mediana da disputa: R$ 93,5 por voto. Quem venceu, Maria Antonia, gastou R$ 51,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 265; o mais barato, R$ 51,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 30 votos por R$ 1.000, 83% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 55 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.