Raimundão
Raimundo Mendes de Barros · nasceu em 1945
Raimundão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 63 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado estadual · AcrePT 13130· centro-esquerdasuplente2.332 votos; 40º mais votado de 296 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Raimundão teve 2.332 votos para deputado estadual, 0,7% dos votos válidos do estado: 40º lugar entre 296 candidatos.
Recebeu votos em 17 cidades. Xapuri deu 49,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Raimundão declarou R$ 269,6 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2006 e 2008, o total subiu R$ 142,9 mil acima da inflação.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2008.
- RaimundãoR$ 269,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 105,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Raimundão declarou ao TSE R$ 303 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 155 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Xapuri (AC) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 21,4 mil52,5%
- EmpresasR$ 13,4 mil32,8%
- Outros candidatosR$ 3.9339,6%
- Próprio bolsoR$ 1.3653,3%
- PartidoR$ 6991,7%
Para onde foi
- TransporteR$ 25,8 mil63,1%
- OutrosR$ 10,2 mil25%
- ServiçosR$ 2.6776,6%
- Material impressoR$ 1.9714,8%
- EscritórioR$ 1820,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Xapuri (AC), 2008
Raimundão: R$ 191 por voto (mediana da disputa, R$ 35,3). Quem venceu, Zeca Da Emater, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 549; o mais barato, R$ 17,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Raimundão. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Laudo Natel CIDADANIAR$ 3,3 mil · 6 votosR$ 549
- Raimundão PTR$ 41 mil · 214 votosR$ 191
- Iran DEMR$ 11 mil · 135 votosR$ 82
- França PC do BR$ 11 mil · 173 votosR$ 63,3
- Nenê Borges CIDADANIAR$ 7,1 mil · 167 votosR$ 42,8
- Chiquinho Barbosa PTR$ 8,9 mil · 212 votosR$ 42
- Berto Mota PTR$ 3,8 mil · 108 votosR$ 35,3
- Selmo PTR$ 12 mil · 367 votosR$ 31,8
- Erivelton PSBR$ 8,2 mil · 307 votosR$ 26,8
- Clemilton PSDBR$ 3,5 mil · 183 votosR$ 19,1
- João Ribeiro PTR$ 5,7 mil · 311 votosR$ 18,4
- Zeca Da Emater MDBR$ 4 mil · 225 votosR$ 17,7
Votos por real
- 2008, vereador: 5,2 votos por R$ 1.000, 10% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 15 votos por R$ 1.000, 42% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.