Rubens BonfimMDB
46,3% no 1º turno3 vereadores eleitos (2 do partido, 1 da coligação) e 11 candidatos que não se elegeram. A campanha passou R$ 1.840 a candidatos a vereador, tudo em material.
Como a cidade vota, de 2002 a 2026
No 2º turno de 2026, Central deu 78,9% dos votos válidos a Lula. Lula cresceu desde o 1º turno (+0,2 pontos). O estado deu 71,3% a Lula, e o Brasil, 51,8%. É a 217ª cidade do estado em eleitorado. Em 2024, elegeu Iko (PT) para a prefeitura.
Desde 2002, Central deu a maioria ao PT em todos os 7 segundos turnos para presidente.
Votou mais no PT que o Brasil em todas essas eleições.
A maior mudança foi em 2006: Lula teve 77,0%, 9,6 pontos a mais que em 2002.
De 2022 para 2026, Lula caiu 1,9 pontos na cidade (no estado, −0,8).
A idade mediana dos eleitores é de 45 anos (44 no estado e 45 no Brasil): metade tem menos que isso.
Escolaridade abaixo da média do estado: 49% não completaram o ensino fundamental (ou nunca estudaram), contra 38% no estado e 31% no Brasil.
As linhas mostram as formas do estado e do Brasil no tamanho do eleitorado daqui.
Só 20% dos eleitores informaram (19% no estado). A pergunta vale para quem tirou ou atualizou o título desde 2023, então quem respondeu não é uma amostra aleatória: tende a ser mais jovem e com cadastro recente. As parcelas descrevem esse grupo, não todo o eleitorado.
87 eleitores (0,6%) têm alguma deficiência registrada no cadastro eleitoral; 0,9% no estado e 1,2% no Brasil.
Fonte: TSE, perfil do eleitorado por seção (julho de 2026); eleitores aptos, não quem compareceu. Percentuais de escolaridade, raça e estado civil sem os “não informados”. A idade mediana é interpolada dentro da faixa etária. Toque na pirâmide para filtrar a escolaridade por gênero e idade; as marcas mostram o mesmo grupo no estado e no Brasil. Como calculamos.
Carregando os locais de votação…
Fonte: TSE, locais de votação de 2026, resultado por urna do 2º turno e perfil do eleitorado por seção (julho de 2026). O perfil é de quem está inscrito, não de quem foi votar; e cada um vota onde se inscreveu, não necessariamente perto de casa. Mapa: OpenFreeMap, OpenMapTiles, OpenStreetMap. Como calculamos.
Central tem 52 urnas em 34 locais de votação, cada uma com um perfil de eleitores inscritos. Comparando as urnas, dá para ver quais traços andam junto com o voto.
A maior diferença: nas urnas com mais eleitores com superior completo, Lula teve 73%; nas com menos, 88% (−15,5 pontos).
Juntos, os cinco traços acompanham 34% das diferenças de voto entre as urnas. O resto vem de outras coisas: bairro, renda, religião, história local.
Toque numa linha acima para trocar o traço. As faixas cinza são os 10% de urnas com menos e com mais eleitores com superior completo; o traço preto em cada faixa é o voto em Lula somado dessas urnas. A reta é o ajuste ponderado pelos votos; o leque, seu intervalo de 95%.
O voto é secreto, mas as urnas limitam as possibilidades: uma urna onde Lula teve 30 votos não pode ter 40 eleitores dele com diploma. Esses limites são certos. Dentro deles, um modelo estatístico dá uma estimativa, que só aparece quando é estreita o bastante para dizer algo.
Sem estimativa: no teste de validação, o método errou mais para este grupo do que supor que ele vota como a cidade inteira. Os números só garantem que de 0% a 100% desses eleitores inscritos (contando quem não votou) votaram em Lula.
As urnas não permitem uma estimativa útil para este grupo aqui. Os números só garantem que de 5% a 100% desses eleitores inscritos (contando quem não votou) votaram em Lula.
No Brasil (estimativa, somando os estados): Lula teve de 38% a 55% dos votos válidos de quem tem 60 anos ou mais; no resto, cerca de 53%.
Isso compara urnas, não pessoas: urnas com mais eleitores de um grupo votarem mais em Lula não quer dizer que cada eleitor desse grupo votou assim. O perfil é o dos inscritos (julho de 2026), não o de quem foi votar. Fonte: TSE. Como calculamos.
Para deputado federal, a direita e a centro-direita caíram de 73% dos votos em 2002 para 60% em 2026; a esquerda e a centro-esquerda, de 13% para 40%.
No 1º turno para presidente, a esquerda somou mais votos que a direita em todas as 7 eleições.
Na Câmara Municipal, em 2024, 58% dos votos foram para partidos de direita e centro-direita, 42% para os de esquerda e centro-esquerda.
Cada bloco tem 20 quadrados, um para cada 5% dos votos válidos na cidade, pintados pelo partido de quem os recebeu. Deputados e vereadores: votos por partido (no candidato ou na legenda). Passe o mouse ou toque num bloco para ver cada candidato ou partido e seus votos (✓ eleito). A posição de cada partido muda de eleição para eleição e vem de pesquisas com cientistas políticos: como classificamos os partidos. Fonte: TSE.
Duas vagas: cada eleitor votou em dois candidatos.
Duas vagas: cada eleitor votou em dois candidatos.
Duas vagas: cada eleitor votou em dois candidatos.
Duas vagas: cada eleitor votou em dois candidatos.
eleito no estado ou no país. Porcentagem dos votos válidos na cidade. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Em 2022/24, Central votou mais à esquerda que o Brasil nos dois tipos de cargo.
Central votou mais à direita para cargos nacionais do que para prefeito e vereador (diferença de −0,19).
No voto para cargos nacionais, foi de +0,26 (centro-direita) em 2002 para −0,01 (centro) em 2026.
Cada quadrado é um ciclo: eleição geral (eixo horizontal) e municipal dois anos depois (eixo vertical). As áreas claras são as faixas de 90%; as linhas tracejadas, o estado e o Brasil. É a inclinação do voto pelos partidos, pela posição de cada partido em pesquisas com cientistas políticos. Como calculamos.
Desde 2004, Central elegeu 5 prefeitos diferentes, de 4 partidos.
Monteiro venceu duas vezes seguidas (2012 e 2016).
O PT venceu 3 das 6 eleições (2008, 2012, 2024).
Faixa: o partido de quem venceu. Quadrados: a parte do vencedor e do segundo colocado nos votos válidos do turno que decidiu, um quadrado para cada 5%. Como classificamos os partidos. Fonte: TSE.
Central elegeu 11 vereadores em 2024 (eram 9 em 2004). A maior bancada é a do PT, com 4. Suesdras Dourado (PT) teve a maior votação, 629 votos.
Um quadrado por vereador eleito, da esquerda à direita. Passe o mouse num quadrado para ver o vereador, e no ano para ver os partidos. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Como classificamos os partidos. Fonte: TSE.
Campanhas a prefeito costumam pagar santinhos, adesivos e às vezes dinheiro a candidatos a vereador aliados. A prestação de contas mostra quem recebeu de quem e, com isso, a que campanha cada vereador de Central se juntou.
Em 2024, 3 dos 11 vereadores eleitos declararam dinheiro ou material de campanha de uma candidatura a prefeito: 3 da campanha de Rubens Bonfim (MDB).
3 vereadores eleitos (2 do partido, 1 da coligação) e 11 candidatos que não se elegeram. A campanha passou R$ 1.840 a candidatos a vereador, tudo em material.
Cada grupo é uma candidatura a prefeito; cada quadrado, um partido da sua coligação. Quem venceu vem primeiro, com ✓. Quem venceu em 2024 juntou 3 partidos; em 2004, 4.
Conta como apoio o dinheiro ou material que a campanha a prefeito (titular ou vice) declarou ter passado ao vereador; quando mais de uma campanha ajudou, conta a que deu mais. Nos cartões, cada quadrado é um vereador eleito, na cor do seu partido; com um furo, de partido fora da coligação. Um apoio de campanha não diz nada sobre ideologia: é uma aliança naquela eleição. Como medimos · O Brasil inteiro. Fonte: TSE, prestação de contas e coligações.
Central, 2024: mulheres são 27% dos vereadores eleitos, 38% das candidaturas e 50% do eleitorado.
Dos 23 pontos que separam o eleitorado dos eleitos, 12 se perdem antes da urna (há menos mulheres entre as candidaturas) e 11 na urna.
Se as vagas que cada partido ganhou fossem sorteadas entre os seus próprios candidatos, seriam eleitas cerca de 4 mulheres (de 2 a 7 em 90% dos sorteios); foram 3. Dentro do que o acaso explica.
contorno: vagas que o acaso daria a mulheres e foram para outras pessoas. ponto: mulheres eleitas além do que o acaso daria.
Contagem completa, não amostra: cada candidatura registrada no TSE. Como calculamos e o que o acaso quer dizer.
Central, 2024: os eleitos fizeram, na mediana, 137 votos por R$ 1.000 gastos; quem estava na urna, 57.
Cada candidatura, de todas as eleições, no índice de votos por real. Como calculamos.
Quanto as campanhas para prefeito e vereador declararam ao TSE, de onde veio e para onde foi, eleição a eleição desde 2004. Toque numa parte para abrir.
Mediana da disputa: R$ 26,7 por voto. Quem venceu, Iko, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 153; o mais barato, R$ 25,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Gasto declarado, em reais de hoje. A cor é o lugar do partido, da esquerda à direita.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. Repasses entre candidaturas aparecem como receita de uma e gasto de outra. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Entre as 20 cidades do país mais parecidas com Central em eleitorado, renda por habitante e alfabetização, Lula venceu em 19. Central deu a Lula 3,2 pontos a mais que a mediana delas (76%).
Da cidade que mais votou em Lula à que menos votou; o quadrado contornado é Central. Mais escuro, vitória mais larga.
Central: 16.348 habitantes, 13.497 eleitores, PIB por habitante de R$ 9.448 (IBGE, 2021), 85,19% de alfabetização (Censo 2022). Que Brasil votou em quem?
Lula venceu: Lula teve 78,9% dos votos válidos (8.831 votos) e Flavio Bolsonaro, 21,1% (2.367 votos).
No 1º turno, Lula teve 8.102 votos e Flavio Bolsonaro, 2.202; os demais candidatos somaram 351.
No 2º turno de 2022, Lula teve 80,8% contra Jair Bolsonaro. Em 2026, 78,9%: −1,9 pontos.
2002: Lula (Lula 67,4%, Serra 32,6%); 2006: Lula (Lula 77,0%, Alckmin 23,0%); 2010: Dilma (Dilma 74,4%, Serra 25,6%); 2014: Dilma (Dilma 76,1%, Aécio 23,9%); 2018: Haddad (Haddad 80,8%, Bolsonaro 19,2%); 2022: Lula (Lula 80,8%, Bolsonaro 19,2%); 2026: Lula (Lula 78,9%, Flavio 21,1%).
Iko (PT), com 53,1% dos votos válidos no 1º turno.
Central elegeu 11 vereadores em 2024. A maior bancada é a do PT, com 4.
1.971 dos 13.497 eleitores não votaram no 2º turno: 14,6% de abstenção (no 1º turno, 17,5%).