Monteiro
Uilson Monteiro da Silva · nasceu em 1953
Monteiro se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012 e 2016.
Passou por 3 partidos: AGIR (2008), PT (2012), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Central (BA)AGIR 13· centro-direita· na urna, Uilson MonteiroNa chapa de Leo Santanachapa eleita5.203 votos da chapa, 55,5%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Monteiro declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 2,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 400,1 mil acima da inflação.
Declarou 2,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Bahia em 2016.
- MonteiroR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 487,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 586,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Imóvel rural denominado fazenda alto alegreR$ 487,4 milTerreno rural
- Imóvel residencialR$ 243,7 milCasa
- Imóvel residencialR$ 162,5 milCasa
- Imóvel comercialR$ 162,5 milCasa
- Saldo em caixaR$ 81,2 milConta corrente no país
- Semoventes (bovinos): rebanho com 20 cabeçasR$ 48,7 milBens da atividade autônoma
- Pick up ford F75R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Monteiro declarou ao TSE R$ 347 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 236 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Central (BA) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 69,2 mil62,4%
- Fundo partidárioTudo de Partido Social Democratico - PsdR$ 32,4 mil29,2%
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 9.4018,5%
Para onde foi
- Pessoal90 pessoas, não nomeadasR$ 32,1 mil28,9%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 21 mil19%
- Eventos1 pessoas, não nomeadasR$ 11,3 mil10,2%
- OutrosR$ 2.0241,8%
- EscritórioR$ 1.9531,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Central (BA), 2016
Monteiro: R$ 19,3 por voto (mediana da disputa, R$ 19,3). O voto mais caro custou R$ 26,8; o mais barato, R$ 18,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2016, prefeito: 52 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 23 votos por R$ 1.000.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.