Itaberaba Lyra
Itaberaba Sulz Lyra · nasceu em 1935
Itaberaba Lyra disputou uma eleição, em 2002, para governador (Bahia), pelo PSB: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: governador, 2002, não eleito.
Declarou ao TSE em 2002: 67 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2002, Itaberaba Lyra declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, em reais de hoje.
2002 · Governador · Bahia · PSB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: governador, Bahia, 2002
Itaberaba Lyra: R$ 0,16 por voto (mediana da disputa, R$ 0,74). Quem venceu, Paulo Souto, gastou R$ 8,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 10,1; o mais barato, R$ 0,06.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Itaberaba Lyra. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Prisco Viana MDBR$ 2,3 milhões · 226.217 votosR$ 10,1
- Paulo Souto DEMR$ 23,7 milhões · 2.871.025 votosR$ 8,25
- Wagner PTR$ 1,5 milhão · 2.057.022 votosR$ 0,74
- Itaberaba Lyra PSBR$ 20 mil · 122.428 votosR$ 0,16
- Zacarias PSTUR$ 476 · 7.329 votosR$ 0,06
Votos por real
- 2002, governador: 6.170 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.