Apuração
Deputado estadual · 2010 · PTB

Vital

Antônio Vital Costa de Andrade · nasceu em 1961

Vital se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,16← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2006PSDB2010PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PDT (2002), PSDB (2006), PTB (2010).

Dep. estadualPartidoPDTPSDBPTB20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2010: 49 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Amapá
    PTB 14123· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2010
    Deputado estadual · Amapá
    PTB 14123· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2006
    Deputado estadual · Amapá
    PSDB 45010· centro-direita· na urna, Vital Andrade
    suplente644 votos; 89º mais votado de 223 no estado
  4. 2002
    Deputado estadual · Amapá
    PDT 12345· centro-esquerda
    suplente2.246 votos; 28º mais votado de 253 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Vital teve 644 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 89º lugar entre 223 candidatos.

Recebeu votos em 11 cidades. Macapá deu 59,6% deles.

644 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 644 votos.
  1. Macapá (AP)384 votos59,6%
  2. Santana (AP)166 votos25,8%
  3. Porto Grande (AP)41 votos6,4%
  4. Ferreira Gomes (AP)20 votos3,1%
  5. Pedra Branca do Amapari (AP)13 votos2%
  6. Vitória do Jari (AP)1 voto0,2%
As outras 1 eleições para deputado
2.246 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 2.246 votos.
  1. Macapá (AP)1.418 votos63,1%
  2. Santana (AP)297 votos13,2%
  3. Ferreira Gomes (AP)112 votos5%
  4. Tartarugalzinho (AP)93 votos4,1%
  5. Laranjal do Jari (AP)88 votos3,9%
  6. Outras 1 cidade2 votos0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Vital declarou ao TSE R$ 107 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado estadual · Amapá · PDT · suplente

De onde veio

R$ 107,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 107,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 99,5 mil92,7%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 7.8587,3%

Para onde foi

R$ 107,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 77% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 107,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 3.2783,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Amapá, 2002

Vital: R$ 47,8 por voto (mediana da disputa, R$ 37,9). Quem venceu, Jorge Amanajás, gastou R$ 9,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,2; o mais barato, R$ 9,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vital. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado estadual: 21 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.