Apuração
Deputado estadual · 2026 · UNIÃO

Roberto Góes

Antonio Roberto Rodrigues Goes da Silva · nasceu em 1966

Roberto Góes se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2026, e foi eleito em 6.

01

Centro-esquerda pelo voto; centro-direita pelo partido

As medidas vão de −0,15 a +0,28 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 73% das votações, e com a maioria do próprio partido em 91%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoCâmara 2015–2019−0,15Pelo partidoUNIÃO+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2002PSD2006PDT2008PDT2012PDT2014PDT2018PDT2022UNIÃO2026UNIÃO← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2014.

Passou por 3 partidos: PSD (2002), PDT (2006–2018), UNIÃO (2022–2026).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoPartidoPSDPDTUNIÃO’02’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2026, eleito.

Declarou ao TSE em 2026: 60 anos, superior completo, administrador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2022, parda em 2026. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputado estadual · Amapá
    UNIÃO 44111· direita
    eleito7.990 votos; 17º mais votado de 183 no estado
  2. 2022
    Deputado estadual · Amapá
    UNIÃO 44111· direita· na urna, Roberto
    eleito6.681 votos; 10º mais votado de 335 no estado
  3. 2018
    Deputado federal · Amapá
    PDT 1212· centro-esquerda· na urna, Roberto
    não eleito
  4. 2014
    Deputado federal · Amapá
    PDT 1212· centro-esquerda
    eleito22.134 votos; 1º mais votado de 104 no estado
  5. 2012
    Prefeito · Macapá (AP)
    PDT 12· centro-esquerda· na urna, Roberto
    não eleito82.039 votos, 40,2%; 2º turno, 49,4%
  6. 2008
    Prefeito · Macapá (AP)
    PDT 12· centro-esquerda
    eleito48.020 votos, 26,5%; 2º turno, 51,7%
  7. 2006
    Deputado estadual · Amapá
    PDT 12111· centro-esquerda
    eleito10.641 votos; 1º mais votado de 223 no estado
  8. 2002
    Deputado estadual · Amapá
    PSD 41111· direita· na urna, Roberto Goés
    eleito5.607 votos; 4º mais votado de 253 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2026, Roberto Góes teve 7.990 votos para deputado estadual, 1,8% dos votos válidos do estado: 17º lugar entre 183 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 55,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,6%.

7.990 votos
votos para deputado estadual em 2026
Cada quadrado é 1% de 7.990 votos.
  1. Macapá (AP)4.396 votos55%
  2. Santana (AP)771 votos9,6%
  3. Oiapoque (AP)668 votos8,4%
  4. Mazagão (AP)611 votos7,6%
  5. Calçoene (AP)288 votos3,6%
  6. Outras 1 cidade35 votos0,4%
As outras 4 eleições para deputado
6.681 votos
votos para deputado estadual em 2022
Cada quadrado é 1% de 6.681 votos.
  1. Macapá (AP)4.592 votos68,7%
  2. Santana (AP)629 votos9,4%
  3. Calçoene (AP)206 votos3,1%
  4. Porto Grande (AP)199 votos3%
  5. Oiapoque (AP)186 votos2,8%
  6. Outras 1 cidade9 votos0,1%
22.134 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 22.134 votos.
  1. Macapá (AP)14.965 votos67,6%
  2. Santana (AP)1.998 votos9%
  3. Oiapoque (AP)968 votos4,4%
  4. Porto Grande (AP)857 votos3,9%
  5. Laranjal do Jari (AP)695 votos3,1%
  6. Outras 1 cidade76 votos0,3%
10.641 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 10.641 votos.
  1. Macapá (AP)6.100 votos57,3%
  2. Santana (AP)1.380 votos13%
  3. Laranjal do Jari (AP)470 votos4,4%
  4. Porto Grande (AP)409 votos3,8%
  5. Tartarugalzinho (AP)345 votos3,2%
  6. Outras 1 cidade40 votos0,4%
5.607 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.607 votos.
  1. Macapá (AP)3.723 votos66,4%
  2. Santana (AP)705 votos12,6%
  3. Tartarugalzinho (AP)195 votos3,5%
  4. Ferreira Gomes (AP)148 votos2,6%
  5. Cutias (AP)143 votos2,6%
  6. Vitória do Jari (AP)2 votos< 0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2026, Roberto Góes declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá. Entre 2006 e 2026, o total subiu R$ 580,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2 mi
em bens declarados em 2026, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.000.000 na declaração)

Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Amapá em 2026.

  • Roberto GóesR$ 2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 72,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 494,7 mil

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 8 campanhas com contas prestadas, Roberto Góes declarou ao TSE R$ 11,8 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 5 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputado estadual · Amapá · UNIÃO · eleito

De onde veio

R$ 773,3 mil
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 773,3 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Uniao BrasilR$ 386,6 mil50%
  2. Fundo partidárioTudo de Uniao Brasil Diretorio EstadualR$ 386,6 mil50%

Para onde foi

R$ 350 mil
O maior gasto foi com serviços: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 350 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoTudo de R M R De Almeida LtdaR$ 75,9 mil21,7%
  2. Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 25 mil7,1%
  3. TransporteR$ 10,5 mil3%
  4. InternetR$ 1.2000,3%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2000,3%

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Amapá, 2026

Roberto Góes: R$ 43,8 por voto (mediana da disputa, R$ 69,9). Quem venceu, Rodolfo Vale, gastou R$ 14,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 892; o mais barato, R$ 14,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Roberto Góes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2026, deputado estadual: 23 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa (contas parciais).
  • 2022, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 141 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 21 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.