Apuração
Vereadora · 2004 · PT

Nilza Amaral

Maria Nilza Amaral de Araújo · nasceu em 1951

Nilza Amaral se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PT2004PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadoraPartidoPT20022004
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2004, suplente.

Declarou ao TSE em 2004: 53 anos, superior completo, professor de ensino de primeiro e segundo graus. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereadora · Macapá (AP)
    PT 13122· centro-esquerda
    suplente
  2. 2002
    Deputada estadual · Amapá
    PT 13122· centro-esquerda· na urna, Professora Nilza Amaral
    suplente1.743 votos; 45º mais votada de 253 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Nilza Amaral teve 1.743 votos para deputada estadual, 0,7% dos votos válidos do estado: 45º lugar entre 253 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 70,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,8%.

1.743 votos
votos para deputada estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.743 votos.
  1. Macapá (AP)1.225 votos70,3%
  2. Santana (AP)178 votos10,2%
  3. Amapá (AP)73 votos4,2%
  4. Calçoene (AP)71 votos4,1%
  5. Tartarugalzinho (AP)32 votos1,8%
  6. Outras 1 cidade4 votos0,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Nilza Amaral declarou ao TSE R$ 169 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada estadual: R$ 101 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereadora · Macapá (AP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 68,6 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 68,6 mil.
  1. EmpresasR$ 65,2 mil95%
  2. Próprio bolsoR$ 3.4215%

Para onde foi

R$ 68,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 96% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 68,4 mil.
  1. Material impressoR$ 65,5 mil95,7%
  2. TransporteR$ 2.7044%
  3. EscritórioR$ 2640,4%

Quanto custou cada voto: vereadora, Macapá (AP), 2004

Mediana da disputa: R$ 41 por voto. Quem venceu, Prof. Rilton, gastou R$ 17,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 63,3; o mais barato, R$ 17,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereadora: 18 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
  • 2002, deputada estadual: 17 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.