Apuração
Vice-governadora · 2006 · PTB

Sônia Santos

Sônia Mari Coelho Felippe dos Santos · nasceu em 1963

Sônia Santos se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleita em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,33← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2006PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PTB.

Vice-gov.Dep. federalPartidoPTB200220042006
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-governadora, 2006, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2006: 43 anos, superior incompleto, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Vice-governadora · Rio Grande do Sul
    PTB 15· centro-direita
    Na chapa de Rigotto
    chapa não eleita1.679.902 votos da chapa, 27,1%
  2. 2002
    Deputada federal · Rio Grande do Sul
    PTB 1480· centro-direita· na urna, Sonia Santos
    suplente40.480 votos; 49º mais votada de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Sônia Santos teve 40.480 votos para deputada federal, 0,7% dos votos válidos do estado: 49º lugar entre 197 candidatos.

Recebeu votos em 397 cidades. Porto Alegre deu 31,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 63,2%.

40.480 votos
votos para deputada federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 40.480 votos.
  1. Porto Alegre (RS)12.555 votos31%
  2. Alvorada (RS)2.172 votos5,4%
  3. Viamão (RS)1.726 votos4,3%
  4. São Leopoldo (RS)1.274 votos3,1%
  5. Sapiranga (RS)1.020 votos2,5%
  6. Outras 382 cidades14.907 votos36,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Sônia Santos declarou R$ 405,6 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 405,6 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 136.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 405,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Sônia Santos declarou ao TSE R$ 229 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputada federal · Rio Grande do Sul · PTB · suplente

De onde veio

R$ 229,5 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 229,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 68,2 mil29,7%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 28,8 mil12,6%

Para onde foi

R$ 229,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 229,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 8.5123,7%
  2. EventosR$ 1.8890,8%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.7860,8%

Quanto custou cada voto: deputada federal, Rio Grande do Sul, 2002

Mediana da disputa: R$ 11,1 por voto. Quem venceu, Yeda Crusius, gastou R$ 4,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,9; o mais barato, R$ 4,94.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputada federal: 176 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.