Ana Corso
Ana Maria Corso · nasceu em 1958
Ana Corso se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleita em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, professor de ensino fundamental, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputada federal · Rio Grande do SulPT 1301· centro-esquerdasuplente60.579 votos; 36º mais votada de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Ana Corso teve 60.579 votos para deputada federal, 1,0% dos votos válidos do estado: 36º lugar entre 197 candidatos.
Recebeu votos em 346 cidades. Caxias do Sul deu 71,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Ana Corso declarou R$ 374,1 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 324,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Ana CorsoR$ 374,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Ana Corso declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada federal: R$ 570 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Caxias do Sul (RS) · PT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 16 mil52%
- PessoasR$ 14,8 mil48%
Para onde foi
- Material impressoR$ 18,1 mil58,8%
- EventosR$ 8.69528,2%
- TransporteR$ 3.78412,3%
- PessoalR$ 2430,8%
Quanto custou cada voto: vereadora, Caxias do Sul (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 27,9 por voto. Quem venceu, Denise Pessôa, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 83,1; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr Aldemir Ancelmo MDBR$ 52 mil · 629 votosR$ 83,1
- Valdecir Silva PSDR$ 46 mil · 782 votosR$ 58,3
- Gustavo Toigo PDTR$ 81 mil · 1.790 votosR$ 45,4
- Marléa PDTR$ 48 mil · 1.063 votosR$ 44,9
- Guila Sebben PPR$ 69 mil · 1.677 votosR$ 41,1
- Jaison Barbosa PDTR$ 48 mil · 1.687 votosR$ 28,6
- Adriano Bressan MDBR$ 55 mil · 1.970 votosR$ 27,9
- Chico Guerra REPUBLICANOSR$ 83 mil · 3.133 votosR$ 26,5
- Henrique Silva PC do BR$ 45 mil · 1.794 votosR$ 25,3
- Elói Frizzo PSBR$ 66 mil · 2.718 votosR$ 24,4
- Adiló PTBR$ 101 mil · 5.481 votosR$ 18,4
- Denise Pessôa PTR$ 53 mil · 3.312 votosR$ 16
Votos por real
- 2016, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 35 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 31 votos por R$ 1.000, 48% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.