Apuração
Deputado federal · 2002 · PT

Marcos Rolim

Marcos Flavio Rolim · nasceu em 1960

Marcos Rolim disputou uma eleição, em 2002, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPT2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2002, suplente.

Declarou ao TSE em 2002: 42 anos, superior completo, jornalista e redator. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PT 1302· centro-esquerda
    suplente58.893 votos; 37º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Marcos Rolim teve 58.893 votos para deputado federal, 1,0% dos votos válidos do estado: 37º lugar entre 197 candidatos.

Recebeu votos em 416 cidades. Porto Alegre deu 32,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 73,6%.

58.893 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 58.893 votos.
  1. Porto Alegre (RS)19.239 votos32,7%
  2. Santa Maria (RS)7.570 votos12,9%
  3. Viamão (RS)2.023 votos3,4%
  4. Guaíba (RS)1.793 votos3%
  5. Uruguaiana (RS)1.682 votos2,9%
  6. Outras 401 cidades15.559 votos26,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Marcos Rolim declarou ao TSE R$ 685 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PT · suplente

De onde veio

R$ 684,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 79 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 684,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas79 pessoas, não nomeadasR$ 268,2 mil39,2%
  2. Próprio bolsoR$ 1.5870,2%

Para onde foi

R$ 684,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 67% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 684,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 24,6 mil3,6%
  2. PesquisasR$ 6.9051%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2002

Marcos Rolim: R$ 11,6 por voto (mediana da disputa, R$ 11,1). Quem venceu, Yeda Crusius, gastou R$ 4,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,9; o mais barato, R$ 4,94.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Rolim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 86 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.