Rogowski
Paulo Leonar Rogowski · nasceu em 1959
Rogowski se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: DEM (2002), PTB (2006), PHS (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2008: 49 anos, ensino médio, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulPTB 1414· centro-direita· na urna, Paulo Rogowskisuplente12.362 votos; 80º mais votado de 279 no estado
- 2002Deputado federal · Rio Grande do SulDEM 2525· direita· na urna, Paulo Rogowskisuplente45.075 votos; 46º mais votado de 197 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Rogowski teve 12.362 votos para deputado federal, 0,2% dos votos válidos do estado: 80º lugar entre 279 candidatos.
Recebeu votos em 239 cidades. Porto Alegre deu 81,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,8%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Rogowski declarou R$ 3 mi em bens, em reais de hoje: 6,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 1,9 mi, já descontada a inflação.
Declarou 6,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2008.
- RogowskiR$ 3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 438,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 493,2 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 9 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Casa na rua bororo 297R$ 808,9 milImóveis
- Casa av joão paulo da silvaR$ 808,9 milImóveis
- Terreno com predio na av cavalhada 3361R$ 795,4 milImóveis
- Automovel mmc 300 gt 1997R$ 214,9 milVeículos, barcos e aeronaves
- Apto av fabio araujo santos 1245-152 bl 7R$ 107,9 milImóveis
- Automovel jeep cherokee lared 1997R$ 92,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- Automovel classe a 160 2001R$ 74,2 milVeículos, barcos e aeronaves
- Automovel parati gls 1.8 1996R$ 32,4 milVeículos, barcos e aeronaves
- Obra de arte igea ibere camargoR$ 22,7 milOutros
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Rogowski declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 1,3 milhão.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Porto Alegre (RS) · PHS · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 32,1 mil91,9%
- EmpresasTudo de Bernardo De Lima & Cia LtdaR$ 2.8278,1%
Para onde foi
- OutrosTudo de Baixa De Recursos Estimáveis Em Dinheiro Proveniente Do Cpf/Cnpj 05880195000125R$ 2.8278,1%
- PessoalR$ 8842,5%
- EscritórioR$ 1040,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Porto Alegre (RS), 2008
Carlos Gomes: R$ 13,7 por voto (mediana da disputa, R$ 20,2). Quem venceu, José Fogaça, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 196; o mais barato, R$ 2,82.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Carlos Gomes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nelson Marchezan Junior PSDBR$ 4,4 milhões · 22.365 votosR$ 196
- Onyx DEMR$ 5,5 milhões · 38.803 votosR$ 142
- Manuela PC do BR$ 7 milhões · 121.232 votosR$ 58
- Maria Do Rosário PTR$ 9,7 milhões · 179.587 votosR$ 54,1
- José Fogaça MDBR$ 7 milhões · 346.427 votosR$ 20,2
- Carlos Gomes PHSR$ 35 mil · 2.548 votosR$ 13,7
- Luciana Genro PSOLR$ 872 mil · 72.863 votosR$ 12
- Carlos Gomes PHSR$ 7,2 mil · 2.548 votosR$ 2,82
Votos por real
- 2008, prefeito: 73 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 51 votos por R$ 1.000, 45% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 33 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.