Sérgio Bucoski
Sergio Bucoski Teixeira · nasceu em 1976
Sérgio Bucoski disputou uma eleição, em 2002, para deputado federal (Paraná), pelo PDT: suplente.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2002, suplente.
Declarou ao TSE em 2002: 25 anos, superior completo, farmaceutico. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2002Deputado federal · ParanáPDT 1201· centro-esquerdasuplente3.922 votos; 115º mais votado de 207 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Sérgio Bucoski teve 3.922 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 115º lugar entre 207 candidatos.
Recebeu votos em 139 cidades. Curitiba deu 60,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2002, Sérgio Bucoski declarou ao TSE R$ 101 mil em receitas, em reais de hoje.
2002 · Deputado federal · Paraná · PDT · suplente
De onde veio
- Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 63,1 mil62,3%
- Próprio bolsoR$ 38,2 mil37,7%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Relindo Mario WieseR$ 50,1 mil49,4%
- Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 25,4 mil25%
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 20,8 mil20,6%
- TransporteR$ 4.6034,5%
- EscritórioR$ 4210,4%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Paraná, 2002
Mediana da disputa: R$ 13,4 por voto. Quem venceu, Affonso Camargo, gastou R$ 6,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 35,2; o mais barato, R$ 6,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Muniz PSDBR$ 1,3 milhão · 37.299 votosR$ 35,2
- Alex Canziani PSDBR$ 2,7 milhões · 76.195 votosR$ 35,1
- Meger PLR$ 542 mil · 16.261 votosR$ 33,3
- Paulo Mac Donald Ghisi PDTR$ 886 mil · 33.168 votosR$ 26,7
- Giacobo CIDADANIAR$ 1,3 milhão · 52.006 votosR$ 25,2
- Caio Szadkoski CIDADANIAR$ 612 mil · 24.640 votosR$ 24,8
- Henrique Barros PDTR$ 1 milhão · 41.849 votosR$ 24,6
- Hauly PSDBR$ 2,7 milhões · 112.755 votosR$ 23,6
- Eduardo Sciarra DEMR$ 1,9 milhão · 81.256 votosR$ 23,3
- Claudio Rorato MDBR$ 1,5 milhão · 69.364 votosR$ 22,3
- José Carlos Martinez PTBR$ 1,3 milhão · 62.706 votosR$ 20,6
- Andre Zacharow PDTR$ 1,6 milhão · 81.565 votosR$ 19,1
- Ney Leprevost PSDBR$ 741 mil · 43.022 votosR$ 17,2
- Baratter PDTR$ 684 mil · 41.715 votosR$ 16,4
- Odilio Balbinotti PSDBR$ 1,8 milhão · 112.428 votosR$ 16,2
- José Janene PPR$ 1,6 milhão · 119.501 votosR$ 13,4
- Reinhold Stephanes MDBR$ 999 mil · 78.431 votosR$ 12,7
- Max Rosenmann MDBR$ 1,7 milhão · 140.243 votosR$ 12,3
- Moacir Micheletto MDBR$ 1,1 milhão · 91.299 votosR$ 12,2
- Alceni Guerra DEMR$ 772 mil · 66.294 votosR$ 11,6
- Gustavo Fruet MDBR$ 1,2 milhão · 105.180 votosR$ 11,6
- Lupion DEMR$ 1,4 milhão · 121.720 votosR$ 11,6
- Dr. Osmar Serraglio MDBR$ 1,2 milhão · 101.019 votosR$ 11,5
- Cheida MDBR$ 546 mil · 49.616 votosR$ 11
- Ricardo Barros PPR$ 1,2 milhão · 118.036 votosR$ 10,2
- Cezar Silvestri CIDADANIAR$ 567 mil · 61.204 votosR$ 9,26
- Dilceu Sperafico PPR$ 958 mil · 106.924 votosR$ 8,96
- Airton Roveda PTBR$ 528 mil · 59.510 votosR$ 8,88
- Hermes Frangão Parcianello MDBR$ 766 mil · 105.851 votosR$ 7,23
- Affonso Camargo PSDBR$ 960 mil · 141.907 votosR$ 6,77
Votos por real
- 2002, deputado federal: 39 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.