Apuração
Vereador · 2004 · MDB

Henrique Barros

Henrique Humberto Mesquita de Almeida Barros · nasceu em 1977

Henrique Barros se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.

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Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB−0,07← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2004MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PDT (2002), MDB (2004).

Dep. federalVereadorPartidoPDTMDB20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 27 anos, superior completo, economista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · Londrina (PR)
    MDB 15123· centro
    eleito5.095 votos
  2. 2002
    Deputado federal · Paraná
    PDT 1223· centro-esquerda
    suplente41.849 votos; 41º mais votado de 207 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Henrique Barros teve 41.849 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 41º lugar entre 207 candidatos.

Recebeu votos em 329 cidades. Londrina deu 53,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 82,6%.

41.849 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 41.849 votos.
  1. Londrina (PR)22.374 votos53,5%
  2. Cambé (PR)2.994 votos7,2%
  3. Paranacity (PR)1.610 votos3,8%
  4. Colorado (PR)1.139 votos2,7%
  5. Ibaiti (PR)963 votos2,3%
  6. Outras 314 cidades7.298 votos17,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Henrique Barros declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 1 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · Londrina (PR) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 161 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 161 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 143,4 mil89,1%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 17,6 mil10,9%

Para onde foi

R$ 161 mil
O maior gasto foi com material impresso: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 161 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 11,3 mil7%
  2. ServiçosR$ 5.8643,6%

Quanto custou cada voto: vereador, Londrina (PR), 2004

Henrique Barros: R$ 31,6 por voto (mediana da disputa, R$ 37,8). Quem venceu, Orlando Bonilha, gastou R$ 21 por voto. O voto mais caro custou R$ 86,5; o mais barato, R$ 21.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Henrique Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 41 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.