Cheida
Luiz Eduardo Cheida · nasceu em 1954
Cheida se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2006 e 2010.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 60 anos, superior completo, deputado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014Deputado estadual · ParanáMDB 15999· centro-direitasuplente28.225 votos; 62º mais votado de 738 no estado
- 2012
- 2010
- 2008
- 2006
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Cheida teve 28.225 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 62º lugar entre 738 candidatos.
Recebeu votos em 186 cidades. Londrina deu 62,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 86,8%.
- Londrina (PR)17.493 votos62%
- Turvo (PR)1.313 votos4,7%
- Faxinal (PR)900 votos3,2%
- Curitiba (PR)718 votos2,5%
- Tamarana (PR)631 votos2,2%
- Outras 171 cidades3.717 votos13,2%
As outras 3 eleições para deputado
- Londrina (PR)34.258 votos69%
- Ibiporã (PR)2.244 votos4,5%
- Cambé (PR)1.854 votos3,7%
- Arapongas (PR)905 votos1,8%
- Porecatu (PR)900 votos1,8%
- Outras 216 cidades5.100 votos10,3%
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Cheida declarou R$ 1,8 mi em bens, em reais de hoje: 16 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2006 e 2014, o total subiu R$ 830,1 mil acima da inflação.
Declarou 16 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Paraná em 2014.
- CheidaR$ 1,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 113,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2014, do maior ao menor
- Terreno cond. the euro royal residence resortR$ 1 miTerreno
- Lote de terras 15 alq. tamarana PRR$ 193,9 milTerreno rural
- Lote de terras 9.6861 alq. tamarana PRR$ 193,9 milTerreno rural
- Lote de terras 18.1745 alq. tamarana PRR$ 174,5 milTerreno rural
- C/c bco votorantimR$ 110 milConta corrente no país
- Quotas social da emp. cheida e cia LTDAR$ 97 milQuotas ou quinhões de capital
- Quotas de capital unimed londrinaR$ 2.798Quotas ou quinhões de capital
- Poupança bco do brasilR$ 258Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Cheida declarou ao TSE R$ 4,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 961 mil.
Campanha a campanha
2014 · Deputado estadual · Paraná · MDB · suplente
De onde veio
- Pessoas17 pessoas, não nomeadasR$ 66,4 mil8%
- Próprio bolsoR$ 52,5 mil6,3%
- Outros candidatosR$ 10,1 mil1,2%
Para onde foi
- Pessoal124 pessoas, não nomeadasR$ 138,5 mil16,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 38,4 mil4,6%
- EventosR$ 6.2810,8%
- ServiçosR$ 2.3810,3%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2014
Mediana da disputa: R$ 27,8 por voto. Quem venceu, Tiago Amaral, gastou R$ 16 por voto. O voto mais caro custou R$ 61,9; o mais barato, R$ 16.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Pedro Lupion DEMR$ 3,9 milhões · 63.580 votosR$ 61,9
- Ney Leprevost PSDR$ 4,1 milhões · 71.470 votosR$ 56,8
- Elton Welter PTR$ 1,7 milhão · 31.482 votosR$ 53,5
- Caito Quintana - Caito MDBR$ 963 mil · 18.225 votosR$ 52,8
- Santin Roveda PLR$ 1 milhão · 19.725 votosR$ 52,4
- Maria Victoria PPR$ 2,1 milhões · 44.870 votosR$ 46,5
- Jonas Guimaraes MDBR$ 1,7 milhão · 40.139 votosR$ 43
- Stephanes Junior MDBR$ 1,7 milhão · 39.965 votosR$ 42,9
- Marcio Nunes PSCR$ 1,8 milhão · 45.105 votosR$ 40,8
- Plauto DEMR$ 2,5 milhões · 63.959 votosR$ 39,3
- Andre Bueno PDTR$ 1,1 milhão · 36.506 votosR$ 30,9
- Elio Rusch DEMR$ 1,7 milhão · 54.993 votosR$ 30,8
- Professor Lemos PTR$ 1,3 milhão · 42.374 votosR$ 30,1
- Alisson Wandscheer PTR$ 1 milhão · 34.945 votosR$ 29,3
- Marcio Pauliki PDTR$ 1,8 milhão · 62.762 votosR$ 29,2
- Guto Silva PSCR$ 1,3 milhão · 45.313 votosR$ 27,8
- Péricles De Holleben Mello PTR$ 1,1 milhão · 40.966 votosR$ 27,3
- Tadeu Veneri PTR$ 1,1 milhão · 42.206 votosR$ 27,1
- Requiao Filho MDBR$ 1,3 milhão · 50.167 votosR$ 26,7
- Alexandre Curi MDBR$ 2,8 milhões · 114.797 votosR$ 24,1
- Bernardo Ribas Carli PSDBR$ 1,3 milhão · 55.481 votosR$ 23,1
- Romanelli MDBR$ 1,4 milhão · 60.298 votosR$ 22,5
- Ratinho Junior PSCR$ 6,6 milhões · 300.928 votosR$ 21,9
- Douglas Fabricio CIDADANIAR$ 1,2 milhão · 54.518 votosR$ 21,3
- Traiano PSDBR$ 1,4 milhão · 69.740 votosR$ 20,3
- Francisco Buhrer PSDBR$ 1 milhão · 50.757 votosR$ 19,9
- Nereu Moura MDBR$ 963 mil · 48.735 votosR$ 19,8
- Evandro Junior PSDBR$ 1,1 milhão · 64.467 votosR$ 17,6
- Paranhos PSCR$ 1,2 milhão · 69.684 votosR$ 17,2
- Tiago Amaral PSBR$ 1,4 milhão · 86.390 votosR$ 16
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 34 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 70 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.