Apuração
Deputado estadual · 2010 · PSDB

Baratter

Antonio Carlos Baratter · nasceu em 1955

Baratter se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,06← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PDT2010PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PDT (2002), PSDB (2010).

Dep. federalDep. estadualPartidoPDTPSDB20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 55 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Paraná
    PSDB 45444· centro-direita
    suplente10.706 votos; 128º mais votado de 526 no estado
  2. 2002
    Deputado federal · Paraná
    PDT 1258· centro-esquerda
    suplente41.715 votos; 42º mais votado de 207 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Baratter teve 10.706 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 128º lugar entre 526 candidatos.

Recebeu votos em 237 cidades. Cascavel deu 25,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 66,1%.

10.706 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 10.706 votos.
  1. Cascavel (PR)2.760 votos25,8%
  2. Corbélia (PR)1.160 votos10,8%
  3. Curitiba (PR)671 votos6,3%
  4. Londrina (PR)378 votos3,5%
  5. Paiçandu (PR)343 votos3,2%
  6. Outras 222 cidades3.626 votos33,9%
As outras 1 eleições para deputado
41.715 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 41.715 votos.
  1. Cascavel (PR)18.292 votos43,8%
  2. Curitiba (PR)4.742 votos11,4%
  3. Araucária (PR)1.280 votos3,1%
  4. Inácio Martins (PR)820 votos2%
  5. Ubiratã (PR)753 votos1,8%
  6. Outras 255 cidades11.369 votos27,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Baratter declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.

R$ 1 mi
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 405.626 na declaração)

Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Paraná em 2010.

  • BaratterR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 197,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 9 itens declarados em 2010, do maior ao menor
  1. Quotas da empresa diamante distribuidora de bebidasR$ 445,1 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  2. Caixa a bancosR$ 189,9 mil
    Outros créditos e poupança vinculada
  3. Quotas da empresa merco exp. bebidas LTDAR$ 86,5 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  4. Quotas da empresa cash agência de viagem e turismoR$ 77,6 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  5. Haver - alberto baraterR$ 74,2 mil
    Outros créditos e poupança vinculada
  6. Haver - cash agência de turismoR$ 61,8 mil
    Outros créditos e poupança vinculada
  7. Haver - diamante distrib. de bebidasR$ 30,9 mil
    Outros créditos e poupança vinculada
  8. Haver - merco exp. bebidasR$ 24,7 mil
    Outros créditos e poupança vinculada
  9. Na empresa sintaxeR$ 12,2 mil
    Outros créditos e poupança vinculada

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Baratter declarou ao TSE R$ 923 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 684 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Paraná · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 239,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 239,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoasR$ 7.0372,9%

Para onde foi

R$ 239,1 mil
O maior gasto foi com outros: 93% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 239,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 7.2813%
  2. PessoalR$ 5.4972,3%
  3. InternetR$ 2.4431%
  4. TransporteR$ 6110,3%
  5. EscritórioR$ 24< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Paraná, 2010

Mediana da disputa: R$ 27,1 por voto. Quem venceu, Nereu Moura, gastou R$ 13,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 486; o mais barato, R$ 13,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 45 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 61 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.