Professor Philomena
Antonio Liborio Philomena · nasceu em 1951
Professor Philomena se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PV.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 57 anos, superior completo, servidor público federal. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2006Deputado federal · Rio Grande do SulPV 4311· centro-esquerdanão eleito8.276 votos; 99º mais votado de 279 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Professor Philomena teve 8.276 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 99º lugar entre 279 candidatos.
Recebeu votos em 172 cidades. Rio Grande deu 59,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Professor Philomena declarou R$ 75,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 260 mil, já descontada a inflação.
Declarou 17% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2008.
- Professor PhilomenaR$ 75,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 438,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 493,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Professor Philomena declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2008 · Prefeito · Rio Grande (RS) · PV · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 7.56619,2%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 7.49719,1%
- OutrosR$ 1.3493,4%
- EscritórioR$ 1770,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Rio Grande (RS), 2008
Professor Philomena: R$ 8,10 por voto (mediana da disputa, R$ 8,10). Quem venceu, Fabio Branco, gastou R$ 4,74 por voto. O voto mais caro custou R$ 536; o mais barato, R$ 4,74.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Philomena. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rubens Goldenberg DEMR$ 524 mil · 977 votosR$ 536
- Dirceu Lopes PTR$ 428 mil · 46.274 votosR$ 9,25
- Professor Philomena PVR$ 39 mil · 4.856 votosR$ 8,10
- Carlinhos Pescador PSOLR$ 1,6 mil · 316 votosR$ 5,08
- Fabio Branco MDBR$ 286 mil · 60.471 votosR$ 4,74
Votos por real
- 2008, prefeito: 123 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 549 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 536 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.