Apuração
Vereador · 2020 · PSOL

Carlinhos Pescador

Luiz Carlos Soares Pereira · nasceu em 1955

Carlinhos Pescador se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,66← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSOL2012PT2020PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSOL (2008), PT (2012), PSOL (2020).

PrefeitoVereadorPartidoPSOLPTPSOL2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 65 anos, até o fundamental, pescador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Rio Grande (RS)
    PSOL 50050· esquerda
    não eleito
  2. 2012
    Vereador · Rio Grande (RS)
    PT 13517· centro-esquerda
    suplente
  3. 2008
    Prefeito · Rio Grande (RS)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito316 votos, 0,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Carlinhos Pescador declarou R$ 330,4 mil em bens, em reais de hoje: 5,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 217,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 330,4 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 230.000 na declaração)

Declarou 5,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Carlinhos PescadorR$ 330,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 330,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Carlinhos Pescador declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 26 mil, 98% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Rio Grande (RS) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 26 mil
98% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26 mil.
  1. Fundo eleitoralR$ 25,5 mil98,4%
  2. Próprio bolsoR$ 4251,6%

Para onde foi

R$ 21,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,6 mil.
  1. PessoalR$ 10,6 mil49,1%
  2. EventosR$ 5.23624,2%
  3. Material impressoR$ 3.66517%
  4. TransporteR$ 2.0089,3%
  5. EscritórioR$ 920,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Rio Grande (RS), 2020

Mediana da disputa: R$ 33,9 por voto. Quem venceu, Rogério Gomes, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 127; o mais barato, R$ 22,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 0,51 votos por R$ 1.000, 1% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 8,9 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 197 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.