Dirceu Lopes
Dirceu Silva Lopes · nasceu em 1958
Dirceu Lopes se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2010Deputado federal · Rio Grande do SulPT 1303· centro-esquerdasuplente33.674 votos; 51º mais votado de 271 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Dirceu Lopes teve 33.674 votos para deputado federal, 0,5% dos votos válidos do estado: 51º lugar entre 271 candidatos.
Recebeu votos em 312 cidades. Rio Grande deu 77,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dirceu Lopes declarou R$ 854,7 mil em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 733,4 mil acima da inflação.
Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Dirceu LopesR$ 854,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Dirceu Lopes declarou ao TSE R$ 833 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 428 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Rio Grande (RS) · PT · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- PessoasR$ 27,9 mil91,6%
- Fundo eleitoralR$ 2.0626,8%
- Outros candidatosR$ 4871,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 20,9 mil69,8%
- InternetR$ 4.95316,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.1237,1%
- PessoalR$ 1.1323,8%
- ServiçosR$ 7082,4%
- EscritórioR$ 1190,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Grande (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 33,9 por voto. Quem venceu, Rogério Gomes, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 127; o mais barato, R$ 22,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Fabrício Cavalheiro PTR$ 41 mil · 324 votosR$ 127
- Selmo Junior PSDBR$ 53 mil · 466 votosR$ 113
- Spotorno PTR$ 48 mil · 786 votosR$ 60,5
- Jair Rizzo PSBR$ 27 mil · 631 votosR$ 42,7
- Júlio Lamim DEMR$ 47 mil · 1.202 votosR$ 39,3
- Rafael Missiunas PTR$ 30 mil · 881 votosR$ 33,9
- Professora Denise PTR$ 29 mil · 883 votosR$ 32,4
- Julio Cesar MDBR$ 47 mil · 1.527 votosR$ 30,6
- Repolhinho PSDBR$ 39 mil · 1.489 votosR$ 26
- Rovam Castro PTR$ 30 mil · 1.281 votosR$ 23,5
- Rogério Gomes CIDADANIAR$ 48 mil · 2.112 votosR$ 22,8
Votos por real
- 2010, deputado federal: 98 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 108 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.