Peninha
Carlos Roberto Penna · nasceu em 1965
Peninha se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PL (2004), CIDADANIA (2008), PSD (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 47 anos, superior completo, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Peninha declarou R$ 4,1 mi em bens, em reais de hoje: 126 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 3 mi acima da inflação.
Declarou 126 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- PeninhaR$ 4,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Os 7 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Predio situado na rua fortalezaR$ 1,8 miOutros bens imóveis
- Conta corrente na caixa economica federalR$ 788,9 milConta corrente no país
- Empresa lucas penna construção e incorporacaoR$ 657,4 milOutras participações societárias
- Casa na rua fortalezaR$ 547,8 milCasa
- Lote na rua fortalezaR$ 219,1 milTerreno
- Automovel S10R$ 153,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto cg 125, fam ES, placa hoc 0065R$ 8.765Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Peninha declarou ao TSE R$ 158 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 120 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Coronel Fabriciano (MG) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 99,7 mil83,3%
- PessoasR$ 14,3 mil11,9%
- EmpresasR$ 4.3323,6%
- Outros candidatosR$ 1.3821,2%
Para onde foi
- PessoalR$ 68,1 mil56,9%
- TransporteR$ 28 mil23,3%
- Material impressoR$ 19,5 mil16,3%
- EscritórioR$ 1.8241,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.1911%
- ServiçosR$ 1.0830,9%
- OutrosR$ 35< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Fabriciano (MG), 2012
Peninha: R$ 164 por voto (mediana da disputa, R$ 41,2). Quem venceu, Prof. Edem, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 15,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Peninha. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Peninha PSDR$ 120 mil · 728 votosR$ 164
- Xingozinho PPR$ 89 mil · 820 votosR$ 108
- Eugenio Pascelli DEMR$ 65 mil · 1.139 votosR$ 57,3
- Canidia PTR$ 45 mil · 829 votosR$ 54,8
- Dimas PTR$ 27 mil · 588 votosR$ 46,6
- Querubim PDTR$ 49 mil · 1.129 votosR$ 43
- Marcos Da Luz PTR$ 81 mil · 1.954 votosR$ 41,2
- Andréia Botelho PSLR$ 42 mil · 1.132 votosR$ 36,8
- Djalma Eugenio PTR$ 28 mil · 762 votosR$ 36,3
- Adriano Do Conselho Tutelar DEMR$ 49 mil · 1.391 votosR$ 35,3
- Beto Cavaleiro PPLR$ 34 mil · 1.374 votosR$ 25
- Prof. Edem PTR$ 25 mil · 1.562 votosR$ 15,9
Votos por real
- 2012, vereador: 6,1 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.