Marcos da Luz
Marcos da Luz Evangelista Lima Martins · nasceu em 1974
Marcos da Luz se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, superior completo, servidor público municipal, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado estadual · Minas GeraisPT 13622· centro-esquerdasuplente8.143 votos; 230º mais votado de 942 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marcos da Luz teve 8.143 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 230º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 89 cidades. Coronel Fabriciano deu 81,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marcos da Luz declarou R$ 978,1 mil em bens, em reais de hoje: 2,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 420,2 mil acima da inflação.
Declarou 2,3 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2020.
- Marcos da LuzR$ 978,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 433,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 544,9 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Poupança CEFR$ 441,6 milCaderneta de poupança
- casa residencialR$ 258,6 milCasa
- imovel residencialR$ 222,8 milApartamento
- veiculo vw poloR$ 52,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- conta corrente CEFR$ 2.238Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marcos da Luz declarou ao TSE R$ 862 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 438 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Coronel Fabriciano (MG) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 33,6 mil12,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Ademilton Geraldo Pereira NunesR$ 99,1 mil47%
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 19,1 mil9,1%
- OutrosR$ 54< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Coronel Fabriciano (MG), 2020
Marcos Da Luz: R$ 37 por voto (mediana da disputa, R$ 24,7). Quem venceu, Dr Marcos Vinicius, gastou R$ 18,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 146; o mais barato, R$ 18,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Da Luz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gregório Da Retífica PTBR$ 203 mil · 1.390 votosR$ 146
- Doutor Dionisio MDBR$ 91 mil · 1.159 votosR$ 78,8
- Marcos Da Luz PTR$ 211 mil · 5.706 votosR$ 37
- Professora Tereza Elói REDER$ 7,1 mil · 287 votosR$ 24,7
- Dr. Ezio PATRIOTAR$ 8,7 mil · 392 votosR$ 22,1
- Dr Marcos Vinicius PSDBR$ 860 mil · 46.060 votosR$ 18,7
Votos por real
- 2020, prefeito: 27 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 53 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.