Apuração
Vereadora · 2020 · PROS

Andreia Botelho

Andréia Martins de Souza Botelho · nasceu em 1967

Andreia Botelho se candidatou em 6 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleita em 2.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PSL2010PSL2012PSL2014PSL2016PSL2020PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008 e 2012.

Passou por 2 partidos: PSL (2008–2016), PROS (2020).

Dep. federalDep. estadualVereadoraPartidoPSLPROS2008201020122014201620182020
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, superior incompleto, servidor público municipal, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PROS 90123· direita
    suplente
  2. 2016
    PSL 17123· direita
    suplente
  3. 2014
    Deputada federal · Minas Gerais
    PSL 1723· direita
    suplente5.818 votos; 139º mais votada de 620 no estado
  4. 2012
    PSL 17123· direita· na urna, Andréia Botelho
    eleita1.132 votos
  5. 2010
    Deputada estadual · Minas Gerais
    PSL 17123· direita
    suplente3.940 votos; 302º mais votada de 942 no estado
  6. 2008
    PSL 17123· direita
    eleita1.518 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Andreia Botelho teve 5.818 votos para deputada federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 139º lugar entre 620 candidatos.

Recebeu votos em 83 cidades. Coronel Fabriciano deu 88,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,9%.

5.818 votos
votos para deputada federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 5.818 votos.
  1. Coronel Fabriciano (MG)5.168 votos88,8%
  2. Timóteo (MG)192 votos3,3%
  3. Ipatinga (MG)97 votos1,7%
  4. Belo Horizonte (MG)52 votos0,9%
  5. Santana do Paraíso (MG)49 votos0,8%
  6. Outras 68 cidades123 votos2,1%
As outras 1 eleições para deputado
3.940 votos
votos para deputada estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 3.940 votos.
  1. Coronel Fabriciano (MG)3.281 votos83,3%
  2. Ipatinga (MG)256 votos6,5%
  3. Timóteo (MG)86 votos2,2%
  4. Belo Horizonte (MG)62 votos1,6%
  5. Santana do Paraíso (MG)26 votos0,7%
  6. Outras 82 cidades143 votos3,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Andreia Botelho declarou R$ 45,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 37,4 mil acima da inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 45,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 28.000 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Andreia BotelhoR$ 45,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 45,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Andreia Botelho declarou ao TSE R$ 249 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 108 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereadora · Coronel Fabriciano (MG) · PROS · suplente

De onde veio

R$ 6.252
36% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.252.
  1. PessoasR$ 2.54740,7%
  2. Outros candidatosR$ 2.27136,3%
  3. Próprio bolsoR$ 1.43422,9%

Para onde foi

R$ 2.849
O maior gasto foi com material impresso: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.849.
  1. Material impressoR$ 2.30881%
  2. PessoalR$ 49517,4%
  3. EscritórioR$ 451,6%

Quanto custou cada voto: vereadora, Coronel Fabriciano (MG), 2020

Mediana da disputa: R$ 36,6 por voto. Quem venceu, Paulinho, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 114; o mais barato, R$ 14,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereadora: 82 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 34 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2014, deputada federal: 83 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 27 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.