Paulinho
Paulo Tarcizio Ziembowicz · nasceu em 1965
Paulinho se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, superior incompleto, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2008Vice-prefeito · Itaqui (RS)MDB 15· centroNa chapa de Paulinhochapa não eleita4.243 votos da chapa, 19,9%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Paulinho declarou R$ 188,7 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 43% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2008.
- PaulinhoR$ 188,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 438,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 493,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Paulinho declarou ao TSE R$ 1,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Itaqui (RS) · MDB · suplente
De onde veio
- PartidoR$ 79874,2%
- Próprio bolsoR$ 27725,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 76670,8%
- EventosR$ 16615,4%
- EscritórioR$ 15013,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Itaqui (RS), 2004
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Dr. Jarbas, gastou R$ 11,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 129; o mais barato, R$ 11,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Helena Guerreira DEMR$ 30 mil · 232 votosR$ 129
- Moura PPR$ 4,9 mil · 80 votosR$ 60,9
- Hildebrando Dos Santos PDTR$ 43 mil · 1.067 votosR$ 40,6
- Sergio Motta MDBR$ 52 mil · 1.447 votosR$ 36,1
- Rubim PSDBR$ 13 mil · 365 votosR$ 35,9
- Dr. Gil PDTR$ 37 mil · 1.084 votosR$ 33,8
- Éber Escobar PDTR$ 29 mil · 1.094 votosR$ 26,2
- Dr. Lauro (Laurinho) PDTR$ 23 mil · 927 votosR$ 25,3
- Claudete Bruck PSBR$ 22 mil · 1.026 votosR$ 21,8
- Valdir Fontella PSDBR$ 6,5 mil · 344 votosR$ 18,9
- Daltro Bernardes PDTR$ 19 mil · 1.045 votosR$ 18,1
- Dr. Jarbas PPR$ 16 mil · 1.408 votosR$ 11,1
Votos por real
- 2004, vereador: 117 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.