Daltro
Daltro Fogaça Bernardes · nasceu em 1950
Daltro se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 62 anos, até o fundamental, mecânico de manutenção. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulPDT 12612· centro-esquerda· na urna, Daltro Bernardessuplente7.854 votos; 191º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Daltro teve 7.854 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 191º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 105 cidades. Itaqui deu 81,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Daltro declarou R$ 17,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 4.041, já descontada a inflação.
Declarou 20% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.
- DaltroR$ 17,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Daltro declarou ao TSE R$ 75 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 32 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Itaqui (RS) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 3.49034,4%
- PessoasR$ 2.70826,7%
- PartidoR$ 2.16421,3%
- Outros candidatosR$ 1.77617,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.12380,1%
- TransporteR$ 1.36513,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6506,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Itaqui (RS), 2012
Mediana da disputa: R$ 62,8 por voto. Quem venceu, Sandro Veiga, gastou R$ 23,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 223; o mais barato, R$ 23,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eric Sanchotene PDTR$ 27 mil · 123 votosR$ 223
- Cesar Klein PPR$ 75 mil · 431 votosR$ 174
- Nicolini PPR$ 37 mil · 232 votosR$ 161
- Dr. Mara PDTR$ 45 mil · 554 votosR$ 82,1
- Gislaine Brum PSBR$ 32 mil · 484 votosR$ 66,7
- Hildebrando PDTR$ 35 mil · 546 votosR$ 63,6
- Eber Escobar PDTR$ 40 mil · 642 votosR$ 62,8
- Dr. Lauro PDTR$ 49 mil · 887 votosR$ 55
- Luisa Do Moggar MDBR$ 27 mil · 609 votosR$ 44,9
- Marcelo Petrini MDBR$ 76 mil · 1.829 votosR$ 41,3
- Igor Ardais PPR$ 19 mil · 674 votosR$ 27,9
- Sandro Veiga PSBR$ 21 mil · 889 votosR$ 23,6
Votos por real
- 2012, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 50 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2004, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 246 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.