Apuração
Deputado federal · 2014 · MDB

Sergio Motta

Sergio Vieira da Motta · nasceu em 1967

Sergio Motta se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,27← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2008MDB2012PP2014MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2002–2008), PP (2012), MDB (2014).

Dep. federalDep. estadualVice-prefeitoVereadorPartidoMDBPPMDB2002200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 47 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1578· centro-direita
    suplente8.342 votos; 83º mais votado de 308 no estado
  2. 2012
    Vice-prefeito · Itaqui (RS)
    PP 11· direita
    Na chapa de Jarbas Martini
    chapa não eleita0 votos da chapa, 0,0%
  3. 2008
    Vereador · Itaqui (RS)
    MDB 15678· centro
    eleito931 votos
  4. 2004
    Vereador · Itaqui (RS)
    MDB 15678· centro
    eleito1.447 votos
  5. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    MDB 15678· centro
    suplente10.110 votos; 166º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Sergio Motta teve 8.342 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 83º lugar entre 308 candidatos.

Recebeu votos em 124 cidades. Itaqui deu 86,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,9%.

8.342 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 8.342 votos.
  1. Itaqui (RS)7.248 votos86,9%
  2. Porto Alegre (RS)187 votos2,2%
  3. Maçambará (RS)177 votos2,1%
  4. Santa Maria (RS)70 votos0,8%
  5. Caxias do Sul (RS)67 votos0,8%
  6. Outras 109 cidades343 votos4,1%
As outras 1 eleições para deputado
10.110 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 10.110 votos.
  1. Itaqui (RS)6.523 votos64,5%
  2. São Borja (RS)617 votos6,1%
  3. Alegrete (RS)593 votos5,9%
  4. Maçambará (RS)485 votos4,8%
  5. Cacequi (RS)340 votos3,4%
  6. Outras 125 cidades448 votos4,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2014, Sergio Motta declarou R$ 116,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2014, o total subiu R$ 64,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 116,4 mil
em bens declarados em 2014, em reais de setembro de 2026 (R$ 60.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal no Rio Grande do Sul em 2014.

  • Sergio MottaR$ 116,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 92,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,6 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 116,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Sergio Motta declarou ao TSE R$ 449 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 327 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · MDB · suplente

De onde veio

R$ 30 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 17,9 mil59,4%

Para onde foi

R$ 30,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 30,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 3.62711,8%
  2. Pessoal1 pessoas, não nomeadasR$ 2.5928,4%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2484,1%
  4. EscritórioR$ 6802,2%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 25,3 por voto. Quem venceu, Giovani Feltes, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 73,9; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado federal: 272 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 31 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.