Apuração
Deputado federal · 2002 · CIDADANIA

Nego Schefa

Elemar Miguel Schaefer · nasceu em 1966

Nego Schefa disputou uma eleição, em 2002, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo CIDADANIA: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoCIDADANIA2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2002, suplente.

Declarou ao TSE em 2002: 35 anos, até o fundamental, senador, deputado e vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    CIDADANIA 2333· centro
    suplente7.156 votos; 99º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Nego Schefa teve 7.156 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 99º lugar entre 197 candidatos.

Recebeu votos em 186 cidades. Parobé deu 58,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 88,8%.

7.156 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 7.156 votos.
  1. Parobé (RS)4.153 votos58%
  2. Vicente Dutra (RS)520 votos7,3%
  3. Taquara (RS)281 votos3,9%
  4. Novo Hamburgo (RS)254 votos3,5%
  5. Porto Alegre (RS)238 votos3,3%
  6. Outras 171 cidades804 votos11,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Nego Schefa declarou ao TSE R$ 7,9 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 7.937
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 7.925
O maior gasto foi com material impresso: 99% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.925.
  1. Material impressoTudo de Gráfica Clonar LtdaR$ 7.85899,1%
  2. EscritórioR$ 670,9%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2002

Mediana da disputa: R$ 11,1 por voto. Quem venceu, Yeda Crusius, gastou R$ 4,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,9; o mais barato, R$ 4,94.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 903 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.