Mario Bernd
Mario Bernd Neto · nasceu em 1950
Mario Bernd se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2018, não eleito.
Declarou ao TSE em 2018: 68 anos, superior completo, médico, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018
- 2012
- 2006
- 2002Deputado estadual · Rio Grande do SulCIDADANIA 23000· centrosuplente15.376 votos; 121º mais votado de 461 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Mario Bernd teve 15.376 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 121º lugar entre 461 candidatos.
Recebeu votos em 285 cidades. Porto Alegre deu 31,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 67,7%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Mario Bernd declarou R$ 4,6 mi em bens, em reais de hoje: 4,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2018, o total subiu R$ 2,3 mi acima da inflação.
Declarou 4,6 vezes a mediana dos candidatos a senador no Rio Grande do Sul em 2018.
- Mario BerndR$ 4,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 997,7 mil
Cada quadrado, R$ 200 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mario Bernd declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para senador: R$ 922 mil.
Campanha a campanha
2018 · Senador · Rio Grande do Sul · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 150,8 mil22,7%
- PessoasR$ 1.9600,3%
- VaquinhaR$ 113< 0,1%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Moreira - Conceito Em Comunicacao EireliR$ 301,6 mil99,3%
- InternetR$ 1.1820,4%
- TransporteR$ 7680,3%
- EscritórioR$ 42< 0,1%
Quanto custou cada voto: senador, Rio Grande do Sul, 2018
Mario Bernd: R$ 1,30 por voto (mediana da disputa, R$ 1,11). Quem venceu, Paulo Paim, gastou R$ 1,11 por voto. O voto mais caro custou R$ 10; o mais barato, R$ 0,05.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Mario Bernd. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ana Varela PODER$ 1 milhão · 101.504 votosR$ 10
- José Fogaça MDBR$ 3,8 milhões · 1.465.700 votosR$ 2,57
- Luis Carlos Heinze PPR$ 4,4 milhões · 2.316.365 votosR$ 1,92
- Beto Albuquerque PSBR$ 2,9 milhões · 1.713.792 votosR$ 1,69
- Mario Bernd CIDADANIAR$ 304 mil · 233.747 votosR$ 1,30
- Dra. Sandra Weber SOLIDARIEDADER$ 301 mil · 263.411 votosR$ 1,14
- Paulo Paim PTR$ 2,1 milhões · 1.875.245 votosR$ 1,11
- Cleber Soares PCBR$ 20 mil · 23.963 votosR$ 0,84
- Romer Guex PSOLR$ 24 mil · 49.023 votosR$ 0,49
- Abigail Pereira PC do BR$ 459 mil · 970.286 votosR$ 0,47
- Carmen Flores PSLR$ 514 mil · 1.509.157 votosR$ 0,34
- João Augusto PSTUR$ 1,4 mil · 7.963 votosR$ 0,18
- Marli Schaule PSTUR$ 1,4 mil · 26.242 votosR$ 0,05
Votos por real
- 2018, senador: 770 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2006, senador: 880 votos por R$ 1.000, 73% da mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 81 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.