João Augusto
João Augusto de Moraes Gomes · nasceu em 1969
João Augusto se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2022, e foi eleito em nenhuma.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSTU.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 1º suplente de senador, 2022, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2022: 53 anos, ensino médio, servidor público federal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20221º suplente de senador · Rio Grande do SulPSTU 160· esquerdaNa chapa de Fabiana Sanguinéchapa não eleita9.353 votos da chapa
- 2020
- 2018
- 2014Deputado estadual · Rio Grande do SulPSTU 16160· esquerda· na urna, João Augusto Gomessuplente91 votos; 606º mais votado de 670 no estado
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, João Augusto teve 91 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 606º lugar entre 670 candidatos.
Recebeu votos em 24 cidades. Porto Alegre deu 45,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, João Augusto declarou R$ 232,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2022, o total caiu R$ 52,4 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, João Augusto declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 11 mil, 71% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Porto Alegre (RS) · PSTU · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 7.67068,1%
- PessoasR$ 2.37821,1%
- PartidoR$ 7476,6%
- Outros candidatosR$ 3373%
- Próprio bolsoR$ 1261,1%
Para onde foi
- ServiçosR$ 6.93489,7%
- InternetR$ 7089,2%
- EscritórioR$ 911,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Porto Alegre (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 69,3 por voto. Quem venceu, Karen Santos, gastou R$ 17,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 564; o mais barato, R$ 17,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paula Santos PATRIOTAR$ 215 mil · 381 votosR$ 564
- Mendes Ribeiro DEMR$ 313 mil · 2.756 votosR$ 114
- Mariana Pimentel NOVOR$ 270 mil · 3.637 votosR$ 74,2
- Roberto Robaina PSOLR$ 371 mil · 5.105 votosR$ 72,7
- Psicóloga Tanise Sabino PTBR$ 368 mil · 5.205 votosR$ 70,7
- Cezar Schirmer MDBR$ 241 mil · 3.484 votosR$ 69,3
- Cláudio Conceição PSLR$ 212 mil · 4.331 votosR$ 49
- Mauro Pinheiro PLR$ 225 mil · 4.947 votosR$ 45,6
- Felipe Camozzato NOVOR$ 293 mil · 14.279 votosR$ 20,5
- Pedro Ruas PSOLR$ 278 mil · 14.478 votosR$ 19,2
- Karen Santos PSOLR$ 278 mil · 15.702 votosR$ 17,7
Votos por real
- 2020, vereador: 8,9 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
- 2018, senador: 5.587 votos por R$ 1.000, 5,8 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 19 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 3,4 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.