Apuração
Senador · 2018 · MDB

José Fogaça

José Alberto Fogaça de Medeiros · nasceu em 1947

José Fogaça se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Centro pelo voto; centro-direita pelo partido

As medidas vão de 0,00 a +0,20 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita): pelo partido ele aparece mais à direita.

Votou como o governo orientou em 79% das votações, e com a maioria do próprio partido em 77%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.

Pelo votoCâmara 2015–20190,00Pelo partidoMDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
← esquerdacentrodireita →
2002CIDADANIA2004CIDADANIA2008MDB2010MDB2014MDB2018MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2002–2004), MDB (2008–2018).

GovernadorSenadorDep. federalPrefeitoPartidoCIDADANIAMDB’02’04’06’08’10’12’14’16’18
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2018, não eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 71 anos, superior completo, professor de ensino superior, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    MDB 151· direita
    não eleito1.465.700 votos, 13,9%
  2. 2014
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1510· centro-direita
    suplente103.006 votos; 23º mais votado de 308 no estado
  3. 2010
    Governador · Rio Grande do Sul
    MDB 15· centro· na urna, Fogaça
    não eleito1.554.836 votos, 24,7%
  4. 2008
    Prefeito · Porto Alegre (RS)
    MDB 15· centro
    eleito346.427 votos, 43,9%; 2º turno, 58,9%
  5. 2004
    Prefeito · Porto Alegre (RS)
    CIDADANIA 23· centro· na urna, Fogaça
    eleito229.113 votos, 28,3%; 2º turno, 53,3%
  6. 2002
    CIDADANIA 231· centro
    não eleito1.812.767 votos, 16,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, José Fogaça teve 103.006 votos para deputado federal, 1,7% dos votos válidos do estado: 23º lugar entre 308 candidatos.

Recebeu votos em 453 cidades. Porto Alegre deu 49,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 75,4%.

103.006 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 103.006 votos.
  1. Porto Alegre (RS)51.152 votos49,7%
  2. Canoas (RS)4.437 votos4,3%
  3. Viamão (RS)2.571 votos2,5%
  4. Caxias do Sul (RS)2.512 votos2,4%
  5. Gravataí (RS)2.255 votos2,2%
  6. Outras 438 cidades25.366 votos24,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, José Fogaça declarou R$ 997,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 372,1 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 997,8 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 655.576 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a senador no Rio Grande do Sul em 2018.

  • José FogaçaR$ 997,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 997,7 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 997,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. Rua MiosótisR$ 668,1 mil
    Casa
  2. Casa de madeira no lote 14 da quadra 21b no balneario…R$ 150,3 mil
    Casa
  3. Banco do BrasilR$ 79,1 mil
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  4. GM Spin 1.8, 2013/2014, placa IUV 2254R$ 66,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. Renault Logan ExpressionR$ 33,5 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, José Fogaça declarou ao TSE R$ 36,4 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para governador: R$ 16,3 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Senador · Rio Grande do Sul · MDB · não eleito

De onde veio

R$ 3,8 mi
100% veio de fundos públicos; 6 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3,8 mi.
  1. Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 2,3 mi59,9%
  2. Fundo partidárioTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 1,5 mi40%
  3. PessoasR$ 3.8100,1%

Para onde foi

R$ 3,8 mi
O maior gasto foi com repasses: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3,8 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. EventosR$ 2.5690,1%

Quanto custou cada voto: senador, Rio Grande do Sul, 2018

José Fogaça: R$ 2,57 por voto (mediana da disputa, R$ 1,11). Quem venceu, Paulo Paim, gastou R$ 1,11 por voto. O voto mais caro custou R$ 10; o mais barato, R$ 0,05.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: José Fogaça. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, senador: 678 votos por R$ 1.000, 70% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 116 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
  • 2010, governador: 101 votos por R$ 1.000, 67% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 49 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.