Apuração
Deputado federal · 2002 · PL

Marcelo Miranda

Marcelo Miranda Soares · nasceu em 1938

Marcelo Miranda disputou uma eleição, em 2002, para deputado federal (Mato Grosso do Sul), pelo PL: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPL2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2002, suplente.

Declarou ao TSE em 2002: 63 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    PL 2222· direita
    suplente30.514 votos; 10º mais votado de 87 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Marcelo Miranda teve 30.514 votos para deputado federal, 2,8% dos votos válidos do estado: 10º lugar entre 87 candidatos.

Recebeu votos em 74 cidades. Paranaíba deu 36,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,1%.

30.514 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 30.514 votos.
  1. Paranaíba (MS)10.974 votos36%
  2. Campo Grande (MS)2.357 votos7,7%
  3. Inocência (MS)2.044 votos6,7%
  4. Coxim (MS)1.914 votos6,3%
  5. Rio Verde de Mato Grosso (MS)1.804 votos5,9%
  6. Outras 59 cidades3.330 votos10,9%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Marcelo Miranda declarou ao TSE R$ 881 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado federal · Mato Grosso do Sul · PL · suplente

De onde veio

R$ 881 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 881 mil.
  1. EmpresasTudo de Real & Real LtdaR$ 595,3 mil67,6%
  2. Próprio bolsoR$ 238,1 mil27%
  3. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 47,6 mil5,4%

Para onde foi

R$ 880,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 880,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 42,6 mil4,8%
  2. ServiçosR$ 29 mil3,3%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 14,6 mil1,7%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Mato Grosso do Sul, 2002

Marcelo Miranda: R$ 28,9 por voto (mediana da disputa, R$ 15,5). Quem venceu, Dr. Antônio Cruz, gastou R$ 1,14 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,2; o mais barato, R$ 1,14.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Miranda. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 35 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.