Valdete Barros
Valdete Barros Martins · nasceu em 1953
Valdete Barros se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleita em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2004, suplente.
Declarou ao TSE em 2004: 51 anos, superior completo, assistente social. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
- 2002Deputada federal · Mato Grosso do SulPT 1313· centro-esquerdasuplente17.398 votos; 17º mais votada de 87 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Valdete Barros teve 17.398 votos para deputada federal, 1,6% dos votos válidos do estado: 17º lugar entre 87 candidatos.
Recebeu votos em 77 cidades. Campo Grande deu 53,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 83,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Valdete Barros declarou ao TSE R$ 449 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputada federal: R$ 260 mil.
Campanha a campanha
2004 · Vereadora · Campo Grande (MS) · PT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 67,6 mil35,7%
- Próprio bolsoR$ 60,8 mil32,2%
- PartidoR$ 44,9 mil23,7%
- OutrosR$ 12,9 mil6,8%
- EmpresasR$ 2.9321,6%
Para onde foi
- EscritórioR$ 58,5 mil30,9%
- Material impressoR$ 53,6 mil28,3%
- PessoalR$ 23,5 mil12,4%
- OutrosR$ 21,4 mil11,3%
- EventosR$ 13,3 mil7%
- TransporteR$ 11,8 mil6,2%
- ServiçosR$ 7.0373,7%
Quanto custou cada voto: vereadora, Campo Grande (MS), 2004
Mediana da disputa: R$ 54,5 por voto. Quem venceu, Youssif, gastou R$ 32,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 32,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Grazielle Machado PLR$ 1 milhão · 6.273 votosR$ 164
- Maria Rosana PTR$ 322 mil · 2.974 votosR$ 108
- Katatal PTR$ 308 mil · 3.575 votosR$ 86,2
- Paulo Matos PPR$ 310 mil · 3.754 votosR$ 82,5
- Edmar Neto PSDBR$ 458 mil · 5.649 votosR$ 81
- Alex Do Pt PTR$ 303 mil · 4.376 votosR$ 69,2
- Edil Albuquerque MDBR$ 290 mil · 5.323 votosR$ 54,5
- Carlos Marun MDBR$ 397 mil · 8.567 votosR$ 46,4
- Thais Helena PTR$ 322 mil · 7.159 votosR$ 45
- Magali Picarelli PTBR$ 303 mil · 7.713 votosR$ 39,3
- Marquinhos Trad MDBR$ 413 mil · 11.045 votosR$ 37,4
- Youssif MDBR$ 283 mil · 8.629 votosR$ 32,8
Votos por real
- 2004, vereadora: 12 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2002, deputada federal: 67 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.