Apuração
Deputado estadual · 2010 · MOBILIZA

Coronel Walmir

Walmir Silva dos Santos · nasceu em 1941

Coronel Walmir se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,11← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002MDB2004MDB2006MOBILIZA2010MOBILIZA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2002–2004), MOBILIZA (2006–2010).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoMDBMOBILIZA20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 69 anos, superior completo, militar reformado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Mato Grosso do Sul
    MOBILIZA 33144· centro-direita
    suplente2.934 votos; 64º mais votado de 240 no estado
  2. 2006
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    MOBILIZA 3344· centro-direita
    suplente14.665 votos; 21º mais votado de 70 no estado
  3. 2004
    Vereador · Campo Grande (MS)
    MDB 15010· centro· na urna, Cel. Walmir
    suplente
  4. 2002
    Deputado federal · Mato Grosso do Sul
    MDB 1510· centro
    suplente17.138 votos; 18º mais votado de 87 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Coronel Walmir teve 2.934 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 64º lugar entre 240 candidatos.

Recebeu votos em 51 cidades. Campo Grande deu 51,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,9%.

2.934 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 2.934 votos.
  1. Campo Grande (MS)1.509 votos51,4%
  2. Amambai (MS)473 votos16,1%
  3. Ponta Porã (MS)166 votos5,7%
  4. Bela Vista (MS)106 votos3,6%
  5. Coxim (MS)103 votos3,5%
  6. Outras 36 cidades237 votos8,1%
As outras 2 eleições para deputado
14.665 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 14.665 votos.
  1. Campo Grande (MS)7.387 votos50,4%
  2. Amambai (MS)2.525 votos17,2%
  3. Três Lagoas (MS)479 votos3,3%
  4. Terenos (MS)467 votos3,2%
  5. Bela Vista (MS)454 votos3,1%
  6. Outras 57 cidades936 votos6,4%
17.138 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 17.138 votos.
  1. Campo Grande (MS)8.974 votos52,4%
  2. Amambai (MS)2.616 votos15,3%
  3. Ponta Porã (MS)625 votos3,6%
  4. Três Lagoas (MS)590 votos3,4%
  5. Coxim (MS)487 votos2,8%
  6. Outras 61 cidades1.312 votos7,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Coronel Walmir declarou R$ 46,6 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2010, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 46,6 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 15.642 na declaração)

Declarou 17% da mediana dos candidatos a deputado federal em Mato Grosso do Sul em 2006.

  • Coronel WalmirR$ 46,6 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 281,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,9 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 46,6 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Coronel Walmir declarou ao TSE R$ 560 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 205 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Mato Grosso do Sul · MOBILIZA · suplente

De onde veio

R$ 117,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 117,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 2.1011,8%

Para onde foi

R$ 115,6 mil
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 115,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal16 pessoas, não nomeadasR$ 13,2 mil11,4%
  2. OutrosR$ 5.6204,9%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.4661,3%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Mato Grosso do Sul, 2010

Mediana da disputa: R$ 72,9 por voto. Quem venceu, Paulo Duarte, gastou R$ 34,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 619; o mais barato, R$ 34,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 25 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 79 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 84 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.