Apuração
Deputado federal · 2002 · PSDB

Claudiomar Pereira da Cunha

nasceu em 1960

Claudiomar Pereira da Cunha disputou uma eleição, em 2002, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo PSDB: suplente.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPSDB2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2002, suplente.

Declarou ao TSE em 2002: 41 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    PSDB 4508· centro-direita
    suplente5.969 votos; 107º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Claudiomar Pereira da Cunha teve 5.969 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 107º lugar entre 197 candidatos.

Recebeu votos em 58 cidades. Canguçu deu 83,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.

5.969 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 5.969 votos.
  1. Canguçu (RS)4.998 votos83,7%
  2. Pelotas (RS)467 votos7,8%
  3. Piratini (RS)127 votos2,1%
  4. Morro Redondo (RS)60 votos1%
  5. Porto Alegre (RS)53 votos0,9%
  6. Outras 43 cidades99 votos1,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Claudiomar Pereira da Cunha declarou ao TSE R$ 3,8 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · PSDB · suplente

De onde veio

R$ 3.806
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.806.
  1. EmpresasTudo de Posto Fita AzulR$ 1.35335,6%
  2. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.31034,4%
  3. Próprio bolsoR$ 1.14330%

Para onde foi

R$ 3.806
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 3.806.
  1. Material impressoTudo de Disgraf LtdaR$ 2.00452,7%
  2. TransporteR$ 1.35335,6%
  3. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 2386,3%
  4. EscritórioTudo de Banco Do Brasil S.A.R$ 2105,5%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2002

Mediana da disputa: R$ 11,1 por voto. Quem venceu, Yeda Crusius, gastou R$ 4,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,9; o mais barato, R$ 4,94.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 1.568 votos por R$ 1.000, 8,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.