Apuração
Deputado federal · 2002 · MDB

Carlos Beschorner

Carlos Alberto Beschorner · nasceu em 1962

Carlos Beschorner disputou uma eleição, em 2002, para deputado federal (Rio Grande do Sul), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoMDB2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2002, suplente.

Declarou ao TSE em 2002: 40 anos, superior completo, bancario e economiario. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado federal · Rio Grande do Sul
    MDB 1551· centro
    suplente3.621 votos; 122º mais votado de 197 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Carlos Beschorner teve 3.621 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 122º lugar entre 197 candidatos.

Recebeu votos em 302 cidades. Porto Alegre deu 29,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 55,6%.

3.621 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 3.621 votos.
  1. Porto Alegre (RS)1.067 votos29,5%
  2. Estrela (RS)185 votos5,1%
  3. Caçapava do Sul (RS)138 votos3,8%
  4. Viamão (RS)86 votos2,4%
  5. Santo Ângelo (RS)78 votos2,2%
  6. Outras 287 cidades1.606 votos44,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, Carlos Beschorner declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado federal · Rio Grande do Sul · MDB · suplente

De onde veio

R$ 25,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 28 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,2 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 12,9 mil51,2%
  2. Pessoas28 pessoas, não nomeadasR$ 8.31433%
  3. PartidoTudo de Comite Financeiro Unico Do Pmdb/RsR$ 3.96915,8%

Para onde foi

R$ 25,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 82% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 25,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 1.3495,4%
  2. EscritórioR$ 1630,6%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rio Grande do Sul, 2002

Mediana da disputa: R$ 11,1 por voto. Quem venceu, Yeda Crusius, gastou R$ 4,94 por voto. O voto mais caro custou R$ 91,9; o mais barato, R$ 4,94.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 144 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.