Ana Oliveira
Ana Lucia Silveira de Oliveira · nasceu em 1960
Ana Oliveira se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2022, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2020.
Passou por 2 partidos: MDB (2004–2008), PT (2012), MDB (2016–2022).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 2º suplente de senador, 2022, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2022: 62 anos, superior completo, administrador, cor parda. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20222º suplente de senador · Rio Grande do SulMDB 555· centro-direitaNa chapa de Ana Amélia Lemoschapa não eleita966.450 votos da chapa
- 2020
- 20182º suplente de senador · Rio Grande do SulMDB 151· direitaNa chapa de José Fogaçachapa não eleita1.465.700 votos da chapa
- 2016
- 2012Vice-prefeita · Erechim (RS)PT 13· centro-esquerdaNa chapa de Polischapa eleita36.542 votos da chapa, 64,8%
- 2008
- 2004Vice-prefeita · Erechim (RS)MDB 15· centroNa chapa de Antonio Dexheimerchapa não eleita14.593 votos da chapa, 26,6%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2022, Ana Oliveira declarou R$ 4.886 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2022, o total caiu R$ 3,2 mi, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Ana Oliveira declarou ao TSE R$ 1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeita: R$ 921 mil, 18% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Erechim (RS) · MDB · eleita
De onde veio
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 19,2 mil21%
- PartidoTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Erechim - Rs - MunicipalR$ 8.7529,6%
- Outros candidatosR$ 3.3743,7%
- Próprio bolsoR$ 1.5061,6%
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 15,6 mil22%
- OutrosR$ 14,9 mil21%
- ServiçosR$ 5380,8%
- EscritórioR$ 3< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Erechim (RS), 2020
Ana Oliveira: R$ 34,8 por voto (mediana da disputa, R$ 34,8). Quem venceu, Araújo, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 20,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ana Oliveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Jurandir De Jesus PTBR$ 22 mil · 165 votosR$ 133
- Helena Pachla REPUBLICANOSR$ 23 mil · 302 votosR$ 76,4
- Claudia Do Sindicato PTR$ 31 mil · 655 votosR$ 47,8
- Leandro Basso PPR$ 21 mil · 506 votosR$ 40,7
- Mario Rossi MDBR$ 32 mil · 887 votosR$ 36,6
- Lucas Farina PTR$ 32 mil · 889 votosR$ 36,6
- Ana Oliveira MDBR$ 71 mil · 2.032 votosR$ 34,8
- Ze Da Cruz PSDBR$ 17 mil · 538 votosR$ 31,5
- Anacleto Zanella PTR$ 26 mil · 962 votosR$ 26,8
- Renan Soccol PPR$ 28 mil · 1.073 votosR$ 26,4
- Ale Dal Zotto PSBR$ 18 mil · 696 votosR$ 26,2
- Araújo PTBR$ 36 mil · 1.710 votosR$ 20,8
Votos por real
- 2020, vereadora: 29 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2016, prefeita: 35 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.