Apuração
Vereador · 2020 · PT

Lucas Farina

Lucas Roberto Farina · nasceu em 1984

Lucas Farina se candidatou em 5 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT2016PT2018PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 36 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Erechim (RS)
    PT 13123· esquerda
    suplente889 votos
  2. 2018
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PT 13123· esquerda
    suplente15.056 votos; 107º mais votado de 798 no estado
  3. 2016
    Vereador · Erechim (RS)
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito1.272 votos
  4. 2012
    Vereador · Erechim (RS)
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito1.618 votos
  5. 2008
    Vereador · Erechim (RS)
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente1.195 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Lucas Farina teve 15.056 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 107º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 297 cidades. Erechim deu 51,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,3%.

15.056 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 15.056 votos.
  1. Erechim (RS)7.718 votos51,3%
  2. Barão de Cotegipe (RS)770 votos5,1%
  3. Aratiba (RS)592 votos3,9%
  4. Getúlio Vargas (RS)496 votos3,3%
  5. Severiano de Almeida (RS)373 votos2,5%
  6. Outras 282 cidades2.970 votos19,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Lucas Farina declarou R$ 170,2 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 129,8 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 170,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 118.483 na declaração)

Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.

  • Lucas FarinaR$ 170,2 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 170,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. 105 - BrasilR$ 64,6 mil
    Dinheiro em espécie
  2. Marca toyota modelo corolla GLl1.8 flex 16 v mec 2010/2011R$ 51 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Toyota/corola flex 2007/2008 placas mdl 6515R$ 40,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Saldo de capital cresolR$ 14 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  5. Conta corrente caixa economica federalR$ 296
    Conta corrente no país

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Lucas Farina declarou ao TSE R$ 386 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 197 mil, 52% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Erechim (RS) · PT · suplente

De onde veio

R$ 33,3 mil
34% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 33,3 mil.
  1. PessoasR$ 14,7 mil44,1%
  2. Fundo eleitoralR$ 11,3 mil33,9%
  3. Próprio bolsoR$ 7.34122%

Para onde foi

R$ 32,5 mil
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 32,5 mil.
  1. Material impressoR$ 20,1 mil61,8%
  2. ServiçosR$ 10,5 mil32,4%
  3. InternetR$ 1.0503,2%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 8352,6%
  5. EscritórioR$ 4< 0,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Erechim (RS), 2020

Lucas Farina: R$ 36,6 por voto (mediana da disputa, R$ 34,8). Quem venceu, Araújo, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 20,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Lucas Farina. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
  • 2018, deputado estadual: 76 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 54% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.