Apuração
Vereador · 2012 · PSB

Zé Maurílio

José Maurílio Fernandes · nasceu em 1952

Zé Maurílio se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2004–2008), PSB (2012).

PrefeitoVereadorPartidoPTPSB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, não eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 60 anos, superior completo, servidor público federal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Passos (MG)
    PSB 40123· centro-esquerda
    não eleito
  2. 2008
    Vereador · Passos (MG)
    PT 13000· centro-esquerda· na urna, Maurilio
    não eleito
  3. 2004
    Prefeito · Passos (MG)
    PT 13· centro-esquerda· na urna, Maurilio
    não eleito2.371 votos, 4,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Zé Maurílio declarou R$ 607,7 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 173,1 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 607,7 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 277.318 na declaração)

Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Zé MaurílioR$ 607,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 607,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 13 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Residencial, liocalizada na rua atenas, n. 444, passos-mgR$ 153,8 mil
    Casa
  2. Rua das acáciasR$ 131,5 mil
    Terreno
  3. Rua das acáciasR$ 107,4 mil
    Terreno
  4. Residencial, rua das acácias, n. 228, passos-mgR$ 65,7 mil
    Casa
  5. Pálio, ano 2001, placas GUW-6479R$ 26,3 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. Urbando de 250 mtsR$ 26 mil
    Terreno
  7. Area de 356,6 mts, na rua atenas, S/N.. sertãozinho-spR$ 18,2 mil
    Terreno
  8. Urbano, LOTE08, quadra 05, na rua buenos aires, passos-mgR$ 14,2 mil
    Terreno
  9. Lote 09, quadra 05, na rua buenos aires, passos-mgR$ 14,2 mil
    Terreno
  10. Rua das acáciasR$ 14,2 mil
    Terreno
  11. Rua das acáciasR$ 14,2 mil
    Terreno
  12. Área de 300 mtsR$ 13 mil
    Terreno
  13. 300 Mts, rua pontalina, S/N., passos-mgR$ 8.789
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé Maurílio declarou ao TSE R$ 115 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 52 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Passos (MG) · PSB · não eleito

De onde veio

R$ 19 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 14 mil73,8%
  2. PessoasR$ 3.24917,1%
  3. PartidoR$ 1.6778,8%
  4. Outros candidatosR$ 480,3%

Para onde foi

R$ 19 mil
O maior gasto foi com transporte: 39% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19 mil.
  1. TransporteR$ 7.38038,9%
  2. Material impressoR$ 6.73235,5%
  3. PessoalR$ 2.03610,7%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2246,5%
  5. ServiçosR$ 7864,1%
  6. OutrosR$ 7604%
  7. EscritórioR$ 520,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Passos (MG), 2012

Mediana da disputa: R$ 49 por voto. Quem venceu, Tia Cenira, gastou R$ 30,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,8; o mais barato, R$ 30,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ricardo Piotto PPR$ 35 mil · 401 votosR$ 87,8
  • Foguinho DEMR$ 139 mil · 1.796 votosR$ 77,7
  • Dr. José Roberto PLR$ 43 mil · 619 votosR$ 69,1
  • Zetinho PTBR$ 37 mil · 604 votosR$ 62,1
  • Chiquinho Gardenia PSDBR$ 30 mil · 517 votosR$ 58,3
  • Marquinho Salutti MDBR$ 44 mil · 826 votosR$ 52,8
  • Marcelo Mingau PSDR$ 49 mil · 998 votosR$ 49
  • Claudio Felix PSDR$ 52 mil · 1.152 votosR$ 44,8
  • Dentinho PSDBR$ 58 mil · 1.389 votosR$ 41,9
  • Tuco MDBR$ 32 mil · 901 votosR$ 35,6
  • Jefinho PTBR$ 38 mil · 1.182 votosR$ 32
  • Tia Cenira PLR$ 74 mil · 2.452 votosR$ 30,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 4,5 votos por R$ 1.000, 15% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 6,8 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 45 votos por R$ 1.000.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.