Apuração
Vereador · 2012 · PSD

Marcelo Mingau

Marcelo Alves da Silva · nasceu em 1974

Marcelo Mingau disputou uma eleição, em 2012, para vereador (Passos (MG)), pelo PSD: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,42← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPSD2012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 38 anos, ensino médio, vendedor de comércio varejista e atacadista. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Passos (MG)
    PSD 55100· direita
    suplente998 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Marcelo Mingau declarou R$ 264 mil em bens, em reais de hoje: 8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

R$ 264 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 120.500 na declaração)

Declarou 8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.

  • Marcelo MingauR$ 264 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 264 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Marcelo Mingau declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Passos (MG) · PSD · suplente

De onde veio

R$ 49 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 49 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 44,6 mil91,2%
  2. PartidoR$ 3.4187%
  3. PessoasR$ 8661,8%
  4. Outros candidatosR$ 480,1%

Para onde foi

R$ 48,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 48,9 mil.
  1. Material impressoR$ 20,5 mil41,8%
  2. TransporteR$ 14,8 mil30,3%
  3. PessoalR$ 12,2 mil24,9%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 1.0072,1%
  5. ServiçosR$ 4831%

Quanto custou cada voto: vereador, Passos (MG), 2012

Marcelo Mingau: R$ 49 por voto (mediana da disputa, R$ 49). Quem venceu, Tia Cenira, gastou R$ 30,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 87,8; o mais barato, R$ 30,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Mingau. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Ricardo Piotto PPR$ 35 mil · 401 votosR$ 87,8
  • Foguinho DEMR$ 139 mil · 1.796 votosR$ 77,7
  • Dr. José Roberto PLR$ 43 mil · 619 votosR$ 69,1
  • Zetinho PTBR$ 37 mil · 604 votosR$ 62,1
  • Chiquinho Gardenia PSDBR$ 30 mil · 517 votosR$ 58,3
  • Marquinho Salutti MDBR$ 44 mil · 826 votosR$ 52,8
  • Marcelo Mingau PSDR$ 49 mil · 998 votosR$ 49
  • Claudio Felix PSDR$ 52 mil · 1.152 votosR$ 44,8
  • Dentinho PSDBR$ 58 mil · 1.389 votosR$ 41,9
  • Tuco MDBR$ 32 mil · 901 votosR$ 35,6
  • Jefinho PTBR$ 38 mil · 1.182 votosR$ 32
  • Tia Cenira PLR$ 74 mil · 2.452 votosR$ 30,3

Votos por real

  • 2012, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 68% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.