Apuração
Deputado estadual · 2018 · DEM

Tuco Campos

José Antonio de Freitas Campos · nasceu em 1976

Tuco Campos se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008MDB2012MDB2018DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: MDB (2004–2012), DEM (2018).

Dep. estadualVereadorPartidoMDBDEM20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 42 anos, superior completo, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Minas Gerais
    DEM 25000· direita
    suplente10.035 votos; 205º mais votado de 1.255 no estado
  2. 2012
    Vereador · Passos (MG)
    MDB 15600· centro-direita· na urna, Tuco
    suplente901 votos
  3. 2008
    Vereador · Passos (MG)
    MDB 15600· centro· na urna, Tuco
    eleito1.345 votos
  4. 2004
    Vereador · Passos (MG)
    MDB 15600· centro· na urna, Tuco
    eleito875 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Tuco Campos teve 10.035 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 205º lugar entre 1.255 candidatos.

Recebeu votos em 373 cidades. Passos deu 28,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 72,9%.

10.035 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 10.035 votos.
  1. Passos (MG)2.826 votos28,2%
  2. Nova Resende (MG)617 votos6,1%
  3. Belo Horizonte (MG)589 votos5,9%
  4. Arceburgo (MG)444 votos4,4%
  5. Alpinópolis (MG)421 votos4,2%
  6. Outras 358 cidades2.720 votos27,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Tuco Campos declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 85,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 80,9 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 53.142 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2018.

  • Tuco CamposR$ 80,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 65,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 80,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 53,3 mil
    Conta corrente no país
  2. #Nulo#R$ 26,6 mil
    Terreno
  3. #Nulo#R$ 732
    Conta corrente no país
  4. #Nulo#R$ 224
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)
  5. #Nulo#R$ 21
    Renda fixa (CDB, RDB e outros)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Tuco Campos declarou ao TSE R$ 513 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 424 mil, 28% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Minas Gerais · DEM · suplente

De onde veio

R$ 423,8 mil
28% veio de fundos públicos; 38 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 423,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas38 pessoas, não nomeadasR$ 150,3 mil35,5%
  2. PartidoTudo de Diretorio Regional Do Democratas De Minas GeraisR$ 95 mil22,4%
  3. Próprio bolsoR$ 53,2 mil12,6%
  4. Outros candidatosR$ 6.3661,5%

Para onde foi

R$ 329,1 mil
O maior gasto foi com pessoal: 87% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 329,1 mil.
  1. Pessoal281 pessoas, não nomeadasR$ 286,3 mil87%
  2. Material impressoR$ 11,9 mil3,6%
  3. ServiçosR$ 10,9 mil3,3%
  4. TransporteR$ 7.4852,3%
  5. OutrosR$ 6.4402%
  6. EscritórioR$ 3.8261,2%
  7. EventosR$ 2.3070,7%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Minas Gerais, 2018

Mediana da disputa: R$ 25 por voto. Quem venceu, Noraldino Junior, gastou R$ 9,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 201; o mais barato, R$ 9,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 30 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 74% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.