Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PC do B

Zé Marques

José Marques de Souza · nasceu em 1974

Zé Marques se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,49← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2016PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PT (2004–2008), PC do B (2016).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTPC do B2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior incompleto, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vice-prefeito · Córrego Novo (MG)
    PC do B 11· esquerda
    Na chapa de Daltton Caetano
    chapa não eleita989 votos da chapa, 34,5%
  2. 2008
    Vereador · Córrego Novo (MG)
    PT 13456· centro-esquerda
    não eleito90 votos
  3. 2004
    Vereador · Córrego Novo (MG)
    PT 13456· centro-esquerda· na urna, Ze Marques
    suplente71 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Zé Marques declarou R$ 73,1 mil em bens, em reais de hoje.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 73,1 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 45.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 73,1 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé Marques declarou ao TSE R$ 7,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 6,3 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Córrego Novo (MG) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 6.287
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 6.287
O maior gasto foi com transporte: 78% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.287.
  1. TransporteR$ 4.89477,9%
  2. ServiçosR$ 80312,8%
  3. Material impressoR$ 5899,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Córrego Novo (MG), 2008

Zé Marques: R$ 69,9 por voto (mediana da disputa, R$ 11,5). Quem venceu, Batista Costa, gastou R$ 4,72 por voto. O voto mais caro custou R$ 210; o mais barato, R$ 4,72.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Marques. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 21% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.